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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Passageiros no banco de trás estão mais sujeitos a fraturas

Pessoas que viajam no banco de trás dos automóveis estão mais sujeitas a fraturas no rosto em caso de acidentes. É o que aponta levantamento realizado pelo Hospital das Clínicas de São Paulo, com base em 297 pacientes que deram entrada no pronto-socorro da unidade entre 2001 e 2006.

Segundo o estudo, os ocupantes do banco traseiro apresentaram, em média, 7,23 ossos da face fraturados por pessoa, seguidos pelos motoristas, com 5,54 fraturas por paciente. Os passageiros dianteiros apresentaram índices de fratura menor, por não estarem expostos à colisão com o volante.

Do total de pacientes estudados pelo HC, 151 eram vítimas de acidentes de trânsito e 56 estavam no interior do veículo no momento da colisão. Foram constatadas 323 pequenas fraturas nesses ocupantes de automóveis. As pessoas pesquisadas que estavam na parte de trás do carro não utilizavam o cinto de segurança na hora do acidente.

“A falsa sensação de proteção faz com que os usuários do banco traseiro abram mão do dispositivo de segurança, pois acreditam que longe da zona de impacto nada irá acontecer”, afirma o cirurgião plástico Alexandre Fonseca, do HC.

Os pesquisadores também concluíram que a posição do motorista no veículo, mesmo com a utilização do cinto de segurança, por vezes não impede o impacto da face contra o volante ou a coluna do pára-brisa.
Fonte: A Tribuna On-line

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Meio Ambiente - Fabricante poderá ter de recolher embalagem plástica usada

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1745/07, do deputado Ciro Pedrosa(PV-MG), que obriga a indústria fabricante de embalagens plásticas ou produzidas com outro material não-biodegradável a recolhê-las após o uso pelos consumidores. Segundo o texto, pelo menos 2/3 das embalagens produzidas deverão ser recolhidos e destinados para reutilização ou reciclagem.
A Proposta ainda prevê que o fabricante deverá comprovar anualmente o cumprimento da lei perante órgão federal competente integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). O infrator poderá ser punido com advertência, multa, suspensão da venda e da fabricação do produto, perda de linhas de financiamento ou do direito de participar de licitações e proibição de contratar com a administração pública por até três anos.
A proposta também determina a criação, pelo Poder Executivo, de programa de fomento a projetos de combate à degradação da qualidade ambiental. Esse programa receberia recursos orçamentários e de parceiros da idéia, entre outras fontes.
Ciro Pedrosa argumenta que a má destinação das embalagens plásticas gera prejuízos ambientais e humanos. "Todos os grandes centros urbanos convivem permanentemente com os problemas gerados por esses resíduos, como entupimento de redes de água pluvial e acúmulo em lixões", afirma. O parlamentar também cita dados da Fundação Verde segundo os quais 1 milhãode sacos plásticos são consumidos por minuto no mundo, ou 1,5 bilhão pordia e mais de 500 bilhões por ano.
Tramitação
O projeto tramita em conjunto com várias outras propostas que tratam do mesmo tema, como os projetos de lei 1857/99 e 203/91. Os textos serão analisados pelo Plenário.
Fonte: Agência Câmara

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Gastos com acidentes de trabalho crescem 8% em 2007

Os gastos da Previdência Social com benefícios relacionados a acidentes do trabalho e atividades insalubres cresceram 8% no ano passado em relação a 2006. Em 2007, as despesas com auxílio-doença acidentário e aposentadoria especial por insalubridade chegaram a R$ 10,7 bilhões, o maior valor já desembolsado com esses benefícios pela Previdência.
De acordo com o diretor de Segurança e Saúde Ocupacional, Remígio Todeschini, o aumento se deve à expansão da massa salarial (elevando o valor dos benefícios pagos), o crescimento do mercado de trabalho formal (aumentando o número de trabalhadores passíveis de acidente) e ainda mudanças de regras da Previdência.
Desde o ano passado, entrou em vigor o Nexo Técnico Epidemiológico, que vincula ocupações a determinados tipos de doenças. Assim, uma parte dos benefícios que eram tratados como auxílio-doença passou a ter uma relação com o trabalho e foi enquadrada como auxílio-doença acidentário.
"Esse aumento serve para mostrar a realidade nas condições de trabalho no Brasil. É preciso avançar na questão da prevenção", declarou Todeschini. O ministério também divulgou o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho de 2006. Os dados mostram que houve elevação no número de acidentes entre 2005 e 2006. O total passou de 499.680 para 503.890 -acréscimo de 0,8%.
O crescimento ocorreu principalmente no trajeto de trabalhadores para o trabalho (8,8%). Entre os setores econômicos, foi a indústria que concentrou a maior parte dos acidentes: 47%.
O secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer, destaca que 30% do total de acidentes afetou o punho ou a mão do trabalhador. Na avaliação dele, isso revela o amplo uso de máquinas obsoletas e inadequadas. Além disso, indica que os acidentes podem ser evitados com o investimento das empresas.
Desde o ano passado, os setores econômicos foram reclassificados por índice de acidente de trabalho. O setor bancário, por exemplo, pagava um adicional de 1% sobre a folha de salários por causa do elevado número de doenças ocupacionais. Essa alíquota subiu para 3%.
A partir do ano que vem, entrará em vigor um fator que reduzirá ou elevará essa cobrança adicional individualmente. O Fator Acidentário Previdenciário será aplicado por empresa e levará em conta o número de acidentes registrados nos estabelecimentos.
Fonte: FolhaNews

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008


O outro lado do samba

Nicholas Negroponte, um dos fundadores do Midia Lab, do MIT (Massassuchets Institute of Technology) - aquele que está desenvolvendo o computador de 100 dólares e que tem como objetivo de vida fazer com que cada criança do mundo tenha um computador, disse, numa palestra que assisti, que só mesmo quem for capaz de dançar samba será capaz de vencer os desafios do século XXI. Ficamos espantados com essa afirmação. Hoje, repensando suas palavras, vejo que ele tem toda razão. Para vencer os desafios de tanta competitividade, você tem que ser flexível e criativo, inovador, alegre, rápido, exatamente as coisas que são exigidas de um bom sambista. Aqui vão cinco comparações para que entendamos o que Negroponte quis dizer:
  1. Um sambista tem que ter ritmo. Sem ritmo é impossível sambar. E esse ritmo é rápido, acelerado. Não é um samba-canção. É samba no duro! No mundo em que vivemos, se você não for ágil, rápido e não dançar de acordo com o ritmo do mercado, da concorrência, dos clientes, você jamais terá sucesso;
  2. O samba exige união. Veja uma escola de samba. Na verdade, uma escola de samba é uma verdadeira escola de vida. Cada um tem um papel definido. Não se aceita numa escola de samba, ninguém que não seja excelente naquilo que faz, mas o conjunto é que aparece, que faz a diferença. E não é a mesma coisa na empresa de hoje?
  3. O samba é alegre e tem que ser alegre. Falou samba, lembrou de alegria. E todos os estudos de hoje comprovam que estamos vivendo uma época da “economia do entretenimento” o que significa que o cliente tem que sentir prazer em relacionar-se com nossa empresa. Para manter e conquistar clientes a empresa tem que ser leve, agradável, diferente, alegre;
  4. O samba é criativo. Quem não se surpreende ao assistir um desfile no Rio de Janeiro? De um simples tema, os carnavalescos fazem dezenas de alegorias, carros e fantasias. Tudo para encantar a galera. Agora pense se na empresa não temos que fazer a mesma coisa!
  5. Samba é motivação. Ninguém pode imaginar alguém desmotivado com samba no pé. E a motivação é fazer as pessoas felizes, encantadas, surpresas. Basta olhar nas pessoas que estão na avenida e entenderemos facilmente que sem motivação não há samba!

Pense nestas cinco comparações e faça, você mesmo, outras dez. Garanto que entenderá a razão do que disse o grande cientista do MIT.

Pense nisso. Sucesso!