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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Normas técnicas de ensaios e requisitos aplicáveis.

Foi publicada a Portaria SIT / DSST nº 121 de 02.10.2009 que estabelece as normas técnicas de ensaios e os requisitos obrigatórios aplicáveis aos EPI enquadrados no Anexo I da NR-6.
Neste sentido, fica estabelecido que:

a) os Certificados de Aprovação (CA) dos EPI com vencimento em 7 de dezembro de 2009, têm os prazos de validade prorrogados para 7 de junho de 2010, sendo que a renovação/alteração destes CA será efetuada conforme disposto nos Anexos da Portaria SIT/DSST nº 121/2009;
b) fica prorrogada para 31 de dezembro de 2009 a validade dos CA que tiverem seu vencimento no período compreendido entre 02 de outubro e 31 de dezembro de 2009;
c) ficam revogados os dispositivos em contrário em especial a Portaria nº 48/2003.
Veja integra da norma em:
Fonte: Boletim FiscoSoft

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ginástica laboral traz benefícios ao trabalhador e à empresa.

A ginástica laboral trata-se de uma série de exercícios físicos praticados no ambiente de trabalho com o objetivo de colocar o trabalhador, ou uma equipe de trabalhadores, em boas condições físicas e mentais para o exercício do trabalho diário.

Normalmente, a ginástica laboral é baseada em técnicas de alongamento nas várias partes do corpo, desde os membros, passando pelo tronco à cabeça. Recomenda-se que a prática seja orientada ou supervisionada por um especialista no assunto, que pode ser um profissional de Educação Física ou Fisioterapia.

Benefícios ao trabalhador

Dentre os benefícios à saúde do trabalhador, a prática da ginástica laboral melhora a condição física e psicológica; favorece a integração (quando praticada em grupo), melhorando a participação e produção em equipe; corrige vícios posturais; melhora a disposição; reduz patologias e casos de LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos / Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) e diminui os níveis de estresse e tensão geral.

Benefícios às empresas

Para as empresas que adotam a prática, os benefícios são a diminuição no número de acidentes de trabalho; redução nos gastos com serviços médicos; diminuição de faltas de trabalhadores por motivo de doenças; aumento na produção das empresas e na satisfação do empregado.

As atividades propostas pela ginástica laboral são:

- de curta duração (10 a 15 minutos);
- de pouca exigência física, tais como alongamentos, relaxamento, recreação e consciência corporal;
- Preparatórias ou de Aquecimento são as realizadas antes de iniciar o trabalho, para preparar as estruturas que serão solicitadas durante as tarefas;
- compensatórias ou de pausa são as realizadas em pequenos intervalos durante o expediente e
- de relaxamento ou final de expediente são as realizadas ao término das atividades do funcionário com o objetivo de aliviar o cansaço e a tensão muscular.

Fonte: Meu salário

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Empresa pagará indenização a trabalhador que ficou paraplégico.

A empresa paranaense Boscardin & Cia. foi condenada a pagar indenização de mais de R$ 500 mil a um empregado que se acidentou gravemente e ficou paraplégico, quando era transportado na caçamba de um caminhão que colidiu com outro veículo que trafegava em sentido contrário. A decisão da Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a sentença condenatória do Tribunal Regional da 9ª Região.
O drama do trabalhador começou em outubro de 1998, quanto tinha 26 anos de idade e viajava a serviço da empresa. Saudável, com pleno vigor físico reforçado nos quatro anos de serviço que prestou ao Exército Brasileiro, com o acidente ficou paraplégico e perdeu o controle de várias funções do organismo. Aposentado por invalidez e submetido a uma rotina de tratamentos caros, o trabalhador passou a viver uma nova situação com reflexos sobre a qualidade de vida sua e da familia, a exemplo da esposa, que se viu obrigada a deixar o trabalho para cuidar do marido.
Em 2005 o trabalhador recorreu à Justiça do Trabalho requerendo que o empregador arcasse com a reparação dos danos, tendo em vista que, até aquela data, a empresa responsabilizada na área cível pelo acidente não lhe havia pago.
Condenada, a Boscardin recorreu contra a decisão, alegando que já havia coisa julgada sobre o caso, que a ação estava drescrita na legislação trabalhista e que era improcedente a condenação lhe imposta pelos danos morais e materiais decorrentes de acidente de trabalho.
A Oitava Turma decidiu, por maioria, que àquele caso aplica-se a prescrição da legislação civil, e não conheceu (rejeitou) os outros temas do recurso. O voto foi relatado pela ministra Dora Maria da Costa. A empresa aguarda julgamento de novo recurso.
Fonte: TST

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Problemas com voz levam professor a faltar em média cinco vezes ao ano.

Os problemas na voz geram em média cinco faltas por ano entre os professores da educação básica no país, de acordo com um estudo realizado pelo Centro de Estudos da Voz (CEV) em parceria com o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP) e a Universidade de Utah, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, 35% dos professores entrevistados relataram a presença de cinco ou mais problemas vocais, e 63% disseram já ter tido algum problema durante a vida. Os dados indicam que 16,7% dos professores consideram que terão de mudar de profissão no futuro por conta dos problemas vocais.

O questionário com 35 perguntas foi aplicado para 3.265 pessoas, das quais 1.651 eram docentes. Entre os professores, 63,1% afirmaram ter alterações vocais. Entre os não professores, 35,1% afirmaram a mesma coisa. Os principais problemas relatados são: cansaço vocal (92%), desconforto para falar (90,4%), esforço para falar (89,2%), garganta seca (83,4%), rouquidão (82,2%), dificuldade para projetar a voz (82,8%), instabilidade ou tremor na voz (79,3%), dor na garganta (72,7%).

Segundo a diretora do Centro de Estudos da Voz (CEV), Mara Behlau, o professor é objeto de estudo dos fonoaudiólogos há pelo menos 20 anos e, em todo esse período, a situação continua a mesma. “O professor tem na sua voz um recurso essencial em sala de aula e nosso professor está doente, com problemas de voz que o colocam em uma situação de risco muito grande e comprometem a efetividade de aprendizagem, e sua permanência com modelo de comunicação em relação aos seus alunos”, afirmou a coordenadora do estudo.

Mara ressaltou que os problemas fazem com que os docentes mudem a forma de trabalho, diminuindo o tempo que falam e substituindo as explicações por vídeos e seminários. Além disso, as dificuldades também acarretam prejuízos graves na qualidade de vida. “A pessoa que resolve ser professor evidentemente faz porque gosta. Então, pegar um professor e tirar de sala de aula também não ajuda. Colocá-lo em uma biblioteca, em uma secretaria não é a resposta que o professor quer.”

De acordo com uma das autoras da pesquisa, a fonoaudióloga do Sinpro-SP, Fabiana Zambon, os professores lecionam em condições desfavoráveis para o uso da voz: competem com ruídos externos à sala de aula ou mesmo internos, trabalham com número alto de alunos, dificilmente usam microfone para dar aula e lecionam dois ou três períodos o que faz com que falem muito durante o dia.

“Somado a tudo isso e talvez o mais importante é que ele não tem informação. Ele entra em um mercado de trabalho que usa muito a voz podendo ter uma alteração vocal sem saber como cuidar, porque não tem na formação uma disciplina que ensine isso e então ele só procura ajuda quando já tem alguma alteração.”

Para prevenir os problemas de voz, a fonoaudióloga indica que o professor siga algumas recomendações como beber água em pequenos goles constantemente durante a aula, articular bem as palavras, evitar o contato direto com o pó de giz, manter alimentação saudável e regular, evitar o café e bebidas gasosas, não fumar e comer uma maçã, que limpa a boca e ajuda a movimentar a musculatura responsável pela articulação das palavras.

Outras recomendações são se espreguiçar ao acordar para relaxar os músculos e, ao tomar banho, deixar a água cair nos ombros fazendo movimentos circulares com a cabeça também para diminuir as tensões diárias. É importante também fazer intervalos para descansar a voz, utilizar recursos que aumentem a participação dos alunos na sala de aula e fazer exercícios de aquecimento e desaquecimento com a orientação de um fonoaudiólogo.

Fabiana recomendou ainda que o professor faça uma avalização vocal e evite gritar, sussurrar, pigarrear, falar de costas ou de lado para os alunos. Para evitar que o pó de giz entre na garganta, o ideal é que não se fale ao escrever na lousa. Outra dica é chupar bala forte quando a garganta estiver irritada.

“A maior parte dos professores procura ajuda quando já tem alteração de voz. Vemos que eles têm múltiplos sintomas, que relatam ter muitas alterações, mas eles não têm informação. Quando não temos muita informação, só procuramos o auxílio quando sentimos alguma coisa. Queremos levar a prevenção para que o professor tenha mais condições de trabalho e tenha a informação”, afirmou Fabiana.
Fonte:
Agência Brasil

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Cetesb multa refinaria por causa de 'nuvem ácida' em Cubatão

Rompimento de tubulação provocou vazamento de gases na atmosfera. Cerca de 120 moradores fizeram reclamações para Cetesb e Defesa Civil.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aplicou uma multa de R$ 158,8 mil à refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, a 56 km da capital paulista, por causa de vazamento de gases ácidos ocorrido na noite do dia 23 de setembro. De acordo com a Cetesb, o vazamento na refinaria, que pertence à Petrobras, gerou uma “nuvem ácida” que se espalhou por diversos bairros do município.

Os gases ácidos - amônia, gás sulfídrico e cloreto de amônia – foram emitidos para a atmosfera por volta das 22h de quarta-feira (23), provocando cerca de 120 reclamações de moradores, para a Cetesb e a Defesa Civil municipal, sobre odores incômodos. O vazamento ocorreu por causa de uma ruptura da tubulação em uma unidade que estava parada havia dois dias para manutenção geral, ainda segundo a Cetesb.
Técnicos da Agência Ambiental de Cubatão da Cetesb estiveram na refinaria para acompanhar os trabalhos no local. Foram feitas injeções de água no local do vazamento até a tarde do dia 24 de setembro, quando verificaram que não havia mais qualquer emissão de gases. Além da multa, a companhia exigiu a recuperação da área afetada e a realização de ações preventivas para evitar novos episódios.
A Petrobras informou apenas que foi notificada da autuação e avalia as medidas que vai tomar em relação ao ocorrido.
Fonte: G1