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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Os 7 erros mais comuns de um profissional mal sucedido.

Veja o que você não deve fazer jamais para se dar bem na carreira.

Por: Marcos Morita

Já escrevi diversos artigos sobre liderança, concentrando-me em geral nos escalões mais altos, tais como gerência e diretoria. Gostaria de mudar um pouco o foco, atendendo a hierarquia de maneira mais generalizada, apontando dicas para que um novo funcionário, seja em outra área ou empresa, possa se destacar frente a seus colegas de trabalho.

Escrevo com base em minha experiência já um tanto larga como gestor de pessoas, as quais me permitiram uma visão privilegiada do comportamento de diversos profissionais. Ajudou-me o viés acadêmico por meio das lentes de professor universitário, observando, analisando e comparando situações do cotidiano, relatadas abaixo. Vejamos então, sete dicas do que não fazer para se dar bem.

Cuidar somente do próprio quintal: duvido quem nunca tenha escutado a célebre frase: "isto não é minha responsabilidade". Apesar dos colegas que abusam da boa vontade dos bem intencionados, dispará-la ao primeiro questionamento não é a melhor atitude. Avalie e veja realmente se o problema não é de sua alçada, assim poderá colaborar.

Ter medo de errar: compartilho a frase que ouvi de diversos gestores: "prefiro os que erram por fazer aos que não fazem por medo de errar". O erro, dentro de padrões aceitáveis, demonstra a próatividade do colaborador. O gestor competente deve aproveitá-lo para apontar, corrigir a rota e sugerir melhorias. Isto não justifica persistir no erro, lembre-se.

Não querer se molhar: imagine a situação: fechamento mensal de vendas em uma distribuidora numa sexta-feira, quase final do expediente. O frenesi toma conta de todos, cujo objetivo é fechar as metas propostas. Agendar uma sessão de acupuntura, ou sair mais cedo para ir à praia, pode demonstrar que prefira ficar alheio. Imagine quem não será lembrado em uma eventual promoção...

Trazer a farinha, não o bolo ou a receita: conheço colaboradores que adoram trazer problemas para a chefia imediata, apresentando-os e cobrando sua resolução. Saliento a estes que já tive diversos funcionários, os quais traziam o bolo pronto ou pelo menos algumas receitas para prepará-lo. Infelizmente já não os tenho em minha equipe, uma vez que invariavelmente progrediram em suas carreiras.

Preferir o meio de campo: apesar da importância em jogar pelo time, trazer resultados individuais certamente fará com que se destaque na equipe. Engana-se que apenas os que trabalham em áreas de negócio ou em altas funções podem fazer a diferença. Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia. Tenha ideias, sugira, implemente e divulgue-as.

Não ser político: apesar das notícias podres do Planalto, algo pode ser aprendido com os nobres deputados e senadores. Alianças e coligações devem fazer parte do seu dia a dia, independentemente do nível ou função. Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho.

Agir e não pensar: não parar de tempos em tempos para avaliar suas atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. O dia a dia opressor do mundo corporativo muitas vezes criam feridas, cujas cicatrizes nos deixam mais intolerantes e menos sensíveis. Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos.

Apesar da trivialidade das sugestões, há profissionais com currículos irretocáveis que não conseguem construir carreiras consistentes, pulando de empresa em empresa. Conheço por outro lado pessoas simples e com baixa instrução formal, as quais, devido às características mencionadas, tornaram-se essenciais nos locais em que trabalham. Quantas vezes você já não escolheu o restaurante pelo garçom ou a padaria pelo simpático atendente? Pense nisto antes de tomar sua próxima atitude.
Fonte: administradores.com.br

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Transporte de cargas e pessoas - Motoristas têm conquistas com nova legislação.

Os motoristas, principalmente os que trabalham em trajetos de longa distância no transporte de cargas ou de passageiros, alcançaram algumas conquistas, com a regulamentação da profissão, obtida com a recente aprovação da Lei 12.619/2012.

A legislação, que entra em vigor no dia 15, passa a exigir das empresas o controle de jornada, o que pode ser feito, por exemplo, com dispositivos como rastreador e tacógrafo. Outro item é direito a repouso de 11 horas a cada 24 horas trabalhadas e intervalo mínimo de 1 hora para cada 4 horas ininterruptas no volante.

Segundo Paulo João Estausia, presidente da CNTT-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes da CUT), essas são antigas reivindicações da categoria, para que se tenha um "trabalho mais digno", sem a necessidade de jornadas extenuantes e que levam o profissional a fazer, muitas vezes, uso de drogas para se manter acordado e chegar rápido ao destino.

Dessa forma, a legislação é uma garantia para o empregado. No entanto, também estabelece responsabilidades aos profissionais, que poderão se submeter a testes e a programas de controle de uso de drogas e de bebida alcoólicas, instituídos pelo empregador, observa o especialista em Direito do trabalho Ricardo Matias, do escritório Viseu Advogados.

Ele salienta, por outro lado, que a exigência de paradas para descanso trará a necessidade de melhorias de infraestutura. "É preciso cobrar do governo melhores condições nas estradas para alojamento e alimentação."

EMPRESAS - As transportadoras correm contra o tempo para se adaptarem à legislação, afirma o presidente do Setrans ABC (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga do Grande ABC), Salum Kalil Neto. A entidade tem promovido palestras para orientar, sobretudo, em relação aos sistemas de controle.

O dirigente assinala que, depois das adaptações, a norma pode até ser benéfica. Ele cita que o ‘tempo de espera', por exemplo, vai demandar despesa menor do que o pagamento de horas extras.

O QUE FALTOU - Houve avanços para os trabalhadores, mas a lei não agradou totalmente a categoria. "A preocupação foi mais em relação à segurança, havia esperança de que voltasse a aposentadoria especial (aos 25 anos de trabalho), como era antes de 1998", diz Marco Antônio Aleixo, diretor do Sindicato dos Rodoviários do ABC. E observa que a norma só contempla quem tem registro em carteira. "Os autônomos são 50% da frota."
Fonte: Diário do Grande ABC

terça-feira, 5 de junho de 2012

Especialistas dão orientações de como se recuperar de um trauma

Em outra edição, o Bom Dia Brasil mostrou: o revestimento da turbina de um avião se soltou logo depois da decolagem e provocou pânico entre os passageiros. Mas tudo acabou bem, não passou de um susto. Ficou a pergunta: o que fazer? Como agir em uma situação de emergência, como na pane de um avião, na batida de um trem ou de um ônibus?

Muitos passageiros têm passado por esses sustos. E isso pode provocar um trauma grave? A resposta dos médicos é ampla: cada um pode reagir de uma forma, diante de um acidente, de um susto. Até mesmo fatores genéticos podem influenciar nesses casos. O importante é que dá para superar o trauma, seja com tratamento ou com a ajuda de parentes e amigos.

A fuselagem da turbina se soltou bem na hora da decolagem. E os passageiros reagiram, cada um de um jeito. "Algumas pessoas começaram a gritar para a aeromoça, outras rezaram, outras choraram", conta uma testemunha.

Foi em um voo que ia de Natal para São Paulo. Uma hora depois, o avião pousou sem problemas. Passageiros e tripulantes de outro voo que partiu de Ribeirão Preto, no interior paulista, na semana passada, também passaram apuros. Um pássaro entrou em uma das turbinas do avião, que teve de pousar pouco tempo depois de ter decolado. Como reagir a uma batida entre dois trens? Aconteceu semana passada na capital paulista. Mais de 100 pessoas foram levadas para hospitais.

Acidentes podem provocar traumas. No caso da dentista Thatiane Cristina de Freitas, o susto foi no trânsito. Depois de bater o carro, ela parou de dirigir. Já são 14 anos longe do volante. Até no banco do passageiro, Thatiane sente medo: "Se a pessoa faz uma ultrapassagem mais brusca, fico gelada, fico em choque".

Ficar nervoso e agitado durante alguns dias depois de viver uma situação inesperada é considerado normal pelos especialistas. Esse comportamento começa a preocupar quando o trauma se prolonga, persiste por mais de um mês. Aí é preciso buscar ajuda.

Quem passa por um trauma geralmente lembra com frequência do que aconteceu e sofre com isso. Ou, ao contrário, evita a todo custo falar ou reviver o acontecimento. Também pode desenvolver o que os especialistas chamam de hipervigilância, quando a vítima se mantém alerta a todo o momento.

"O problema é como isso vai influenciar a vida daquela pessoa, como a pessoa vai responder ao trauma e como esse trauma pode paralisar a vida dessa pessoa", comenta o psiquiatra Jair Borges Barbosa Neto, da Unifesp.

O tratamento é feito com terapia e medicação em alguns casos, mas a família e os amigos também podem ajudar. "Se a pessoa acabou de sofrer esse trauma, é importante que ela procure ajuda da sociedade, ajuda das pessoas que estão em volta dela. É importante ela conseguir pedir principalmente aos familiares, aos amigos, que ajudem, que acolham aquela dor. Se não tiver sendo suficiente, ela deve procurar também ajuda de profissionais da saúde ou psicologia, ou psiquiatra mesmo, se for o caso."

A Thatiane decidiu: vai ter novas aulas de direção, desta vez, com o psicólogo do lado.

De acordo com os médicos, uma pessoa pode desenvolver um transtorno de estresse pós-traumático até 10 ou 20 anos depois de ter sofrido um trauma. É o caso de veteranos de guerra.

Um estudo da Universidade Federal de São Paulo também aponta que uma em cada dez pessoas que sofrem traumas, pode desenvolver o estresse agudo, que dura cerca de um mês.
Fonte: Bom dia Brasil

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ações de prevenção contribuem para promoção da saúde na empresa

Quando foi a última vez que os bebedouros de água em sua empresa foram limpos? Quando foi realizada a última análise desta água? Como está a saúde e a higiene das pessoas que preparam as refeições diárias? Os aparelhos de ar condicionado possuem manutenção periódica? As pessoas que realizam estas atividades estão preparadas e foram treinadas para isto? Estas são algumas perguntas que poucas pessoas realizam quando estão trabalhando.

A maioria dos estudos referentes à Saúde e Segurança do Trabalho está relacionada com a identificação dos riscos e com as ações a serem tomadas após essa identificação, a medida correta na elaboração de qualquer política de segurança. A questão é que determinados riscos são menosprezados, principalmente aqueles envolvendo aspectos de higiene e limpeza e que podem ser eliminados ou minimizados com a adoção de medidas preventivas sem necessitar de grande investimento.

Exemplo disto são as intoxicações alimentares de origem biológica ou química, devido à refeição fornecida ou decorrente da água consumida na empresa, que podem ser consideradas como acidentes de trabalho por causarem perturbação funcional. Muitas empresas nem sequer notificam estes fatos, mas muitas pessoas já ouviram falar de conhecidos que passaram por esta experiência desagradável.

Intoxicações podem ocorrer em qualquer empresa, independente de seu porte. O motivo pelo qual ocorrem geralmente tem ligação com as práticas de políticas de segurança, entre elas, ações simples de higiene e de manutenção do ambiente de trabalho. Principalmente as micro, pequenas e médias empresas subestimam os riscos existentes no ambiente laboral. Pode-se considerar estes cuidados como aspectos básicos de qualidade de vida do trabalhador.

Cenário

Segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa), 96% das micro, pequenas e médias empresas não cumprem as Normas Regu¬la¬mentadoras de Saúde e Segurança do Trabalho. Com relação aos acidentes de trabalho nestas organizações, dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) apontam que 34% do total de acidentes e 41% dos acidentes graves ocorrem em empresas com menos de 25 empregados. Estes são dados gerais, não específicos para o Brasil ou para um determinado segmento econômico. São muitas as causas para estes altos valores, desde a falta de recursos financeiros para a implantação de programas de SST até o desconhecimento sobre a respectiva legislação.
Fonte: Revista Proteção

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O que fazer quando alguém resolve sabotar sua carreira?

Especialista sugere que profissional use sua inteligência emocional e tente conquistar àquele que quer seu fracasso.

Você se considera um bom profissional. É comprometido, se dedica, trabalha intensamente, mas nada - nunca - acontece. Não recebe aumento de salário por desempenho, não obtém nenhuma promoção, sempre recebe feedbacks negativos e tudo que consegue ver é sua carreira patinando.

Se as coisas não estão fazendo sentido para você, é possível que esteja deixando de considerar um fato importante, o de alguém tentando sabotar seu desenvolvimento. De acordo com a consultora de gestão estratégica da Leme Consultoria, Márcia Pereira, a competitividade no mercado de trabalho, muitas vezes, motiva alguns profissionais a limitarem o crescimento de outros.

A lógica é simples, jovens de 24, 25 anos querem ser gerentes, querem promoções meteóricas, e, para isso, nem sempre se importam em passar por cima de tudo e todos. Cabe ao profissional que está enfrentando essa situação saber lidar com isso, ou fatalmente perderá sua motivação no trabalho.

A sabotagem

A sabotagem acontece quando um ou mais membros da equipe deixa de passar informações, justamente àquelas informações necessárias para que você faça seu trabalho e entregue resultados. Nesse caso, o profissional tem que tomar cuidado.

Além disso, é importante observar que uma equipe tem que mostrar resultados como um time. “Se um profissional começa a se destacar demais, sozinho, é um grande sinal de que algo está errado”, avalia Márcia. “A equipe tem que se destacar como um todo, pois o trabalho é em conjunto”.

É assim que o profissional começa a identificar que algo está errado. Ou seja, quando, de um lado, por mais que ele se esforce, não obtém resultados e, por outro, outros profissionais se destacam isoladamente. “Essa situação não é incomum no ambiente corporativo. Diversas pesquisas de clima já sinalizaram que isso acontece com bastante frequência”.

Competitividade acirrada

Mas, por que profissionais sabotam os outros? De acordo com a consultora, os principais motivos são dois. Primeiro, por conta da alta competitividade de mercado, aonde jovens querem ser gerentes e acreditam que só vão conseguir tal promoção através de tais comportamentos.

Em segundo lugar, está o desvio comportamental. “É uma questão cultural; por conta da sua educação ele se torna uma pessoa assim, sem caráter”, diz Márcia. Lembrando que competição é algo positivo no ambiente profissional, “a competição natural é bem vinda”, diz Márcia. O problema é quando ela prejudica os outros.

Pois bem. Depois de identificar que as razões para não estar progredindo na carreira advém de outros profissionais, o que fazer? A sugestão é tentar se aproximar deles. “Se você quer ficar na empresa, use usa inteligência emocional e conquiste o cara”, diz a consultora.

Mas se suas investidas não surtirem efeito, “se promova para o mercado”, aconselha Márcia. A ideia é buscar posições nas quais você possa crescer, evitando a perda de motivação no trabalho e na carreira.
Fonte: Infomoney