sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Aposentado por invalidez pode requerer quitação do seu imóvel
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Missão Bombeiro
Na cidade, o povo mantém sua rotina ordeneira e trabalhadora. Num bairro pobre da zona leste, uma senhora se prepara para fazer o que faz todos os dias, que é limpar a casa. não a sua, neste horário, mas a da sua patroa.
Neste dia porém, a pessoa que costuma ficar com seu filho de apenas 2 anos e 2 meses não pôde comparecer por problemas de saúde. Por isso, sem outra alternativa, esta senhora, que a partir de agora lhe daremos o codinome "Eva", levou consigo seu filho.
Nos bombeiros, tudo continuava calmo. As guarnições saem somente para abastecimento de combustível. Inclusive a que chamamos de "Comando Operacional" que tinha no seu interior um capitão e um cabo, esta também está nas ruas tanto para serviços administrativos quanto para apoio das guarnições.
Em dado momento, ouve-se pelo rádio a seguinte conversação:
- "ABS, COBOM. - "QRV". "Desloque-se ao bairro São Francisco entre na rua União à direita e em seguida dobre na sexta rua à esquerda. A ocorrência é no final desta. - "Qual a situação?" - "Uma criança caiu de cabeça para baixo dentro de um balde com água".
Dali alguns minutos, uma nova mensagem é ouvida pelo rádio de comunicação:
- "OK, ABS! A criança está em óbito. A mãe dela nos passou que estava mergulhada no líquido a mais de 20 minutos.
Lá chegando, deparou-se com uma mulher (Eva, lembra?) com uma criança no colo (seu filho), este estava desacordado. O capitão foi para o baú da viatura com a criança enquanto o cabo conduzia a viatura para o Hospital de Base.
No baú, o socorrista procurou verificar a respiração da criança, e constatou que a mesma não mais respirava. Fez ventilação artificial (boca a boca, pois não tinha o chamado "ambu"), observou que a caixa torácica movimentava (estava com a passagem do ar desobistruida), repetiu a manobra e observou a mesma coisa, aferiu então o pulso braquial e não conseguiu senti-lo (inconsciência, sem respiração e sem pulso). De imediato optou por uma manobra de "reanimação cardiopulmonar" na criança, vindo esta voltar a respirar no segundo ciclo.
Daí por diante, durante todo o percurso esta criança foi monitorada através dos sentidos: tato, audição e visão do socorrista. Por mais duas vezes a criança veio a parar de respirar. Voltou em ambas graças a pronta intervenção do socorrista, isso tudo presenciado por Eva.
No hospital ouve um princípio de desentendimento, pois o chefe da equipe médica, depois de analisar sumariamente a criança, que naquele momento gritava e chorava, mandou que os bombeiros a levasse para o hospital Cosme e Damião, daí o comandante daquela GU negou e disse que a criança já estava ali, o médico já a analisou e a responsabilidade era de e que para transportar-la para outro hospital era de responsabilidade da equipe médica de plantão.
Resultado: a criança ficou no hospital junto com os bombeiros e foi devidamente atendida.
Mais uma vez o Corpo de Bombeiros cumpriu sua missão: "Vidas alheias e riqueza, salvar".
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Crianças: Primeiros Socorros
- Em caso de fratura exposta, cubra o ferimento com gaze ou pano limpo. Nunca tente realinhar o membro ou "encaixar" o osso, pois isto agravará a situação;
- Antes de levar ao hospital, imobilize o segmento lesado com uma tábua, papelão ou madeira;
- Ofereça um analgésico se a criança estiver consciente e com dor e a mantenha em jejum, pela possibilidade de cirurgia;
- Eleve, se possível, as áreas inchadas e coloque uma bolsa de gelo por cima;
- Se ocorrer hemorragia, faça uma compressão do local com panos limpos.
Nunca deixe um ferimento grave aberto por mais de seis horas, caso contrário ele se contaminará, aumentando o risco de infecção. Antes de ir ao pronto-socorro, faça o seguinte:
- Lave o local com água corrente e comprima levemente com um pano limpo, até parar o sangramento;
- Não coloque medicamentos ou soluções caseiras no local, para evitar alergia ou infecção;
- Se houver necessidade de sutura, ela deverá ser realizada no hospital, com anestesia local. A retirada dos pontos será definida pelo médico, em função do tipo, profundidade, extensão e localização do ferimento.
- A primeira providência a ser tomada é isolar a vítima do agente causador do acidente e, em seguida lavar com água corrente limpa a área queimada;
- Seque o local de forma delicada, utilizando um pano limpo, pedaços de gaze estéril ou compressas. Evite usar algodão;
- Se a roupa estiver grudada na área queimada, tenha muito cuidado. Lave a região até que o tecido possa ser retirado delicadamente, sem aumentar a lesão. Se continuar aderido à pele, recorte-o ao redor do ferimento;
- Se a queimadura ocorreu por exposição a um agente químico ou cáustico, faça o contrário: remova a roupa para evitar que o produto permaneça em contato com a pele;
- Não coloque água muito fria, gelo, sabão ou qualquer produto químico sobre a região lesada. Isso pode agravar a área machucada;
- Proteja o local com um pano de tecido limpo e, se surgirem bolhas, não as rompa;
- Para diminuir o inchaço, mantenha a região mais elevada que o resto do corpo e, se a pessoa sentir muita dor, administre analgésicos comuns.
Tente sempre manter os produtos perigosos fora do alcance das crianças. E, em caso de intoxicações proceda assim:
- Telefone para o centro de informação toxicológica de sua cidade;
- Transporte a vítima para o Pronto Socorro o mais rápido possível e leve o tóxico responsável;
- Não administre líquidos, principalmente se a pessoa estiver sonolenta ou inconsciente;
- Não tente provocar vômitos, especialmente se o produto ingerido for cáustico;
- Certifique-se de que a criança consegue respirar.
"Se a intoxicação ocorreu por inalação, retire a pessoa do ambiente tóxico, remova suas roupas, sem deixá-la passar frio e procure por queimaduras químicas. Se houver contato, remova as roupas da vítima, lave a região afetada com água corrente e sabão neutro e aplique compressas frias para diminuir a coceira" explica a Dra. Renata Waksman.
Alguém caiu e bateu a cabeça ou sofreu um grave acidente? Leve imediatamente ao hospital, tomando os seguintes cuidados:
- Se o local estiver sangrando, pressione uma bolsa de gelo ou pano limpo;
- Se a pessoa estiver consciente e respirando, deite-a de lado e coloque os ombros e a cabeça ligeiramente elevados;
- Fique atento para a possibilidade de fratura de crânio, para a presença de dor, sensibilidade e hemorragia no couro cabeludo, além de inchaço ao redor da ferida e perda de consciência.
"Leve a criança novamente ao pronto-socorro se, no período de observação (12 horas), ela apresentar episódios de náuseas ou vômitos, dor de cabeça ou tontura persistente, sonolência excessiva, palidez, convulsões, tremores ou presença de sangue no nariz, ouvido ou boca" alerta a pediatra.
"Meu nariz sangra nos piores lugares ou momentos, como no meio de festas, em provas na escola ou até em restaurantes e eu nunca sei o que fazer!" conta Cesar Ribeiro. Veja como agir neste casos:
- Coloque a pessoa na posição sentada, com o tronco inclinado para frente, para evitar a deglutição de sangue;
- Pressione as narinas, com os dedos em forma de pinça, na região acima da ponta do nariz;
se possível, aplique compressas frias. Após alguns minutos afrouxe a pressão vagarosamente e não permita que ela assoe o nariz; - Se o sangramento persistir por mais de 10 minutos ou recorrer, volte a comprimir a narina e procure o serviço médico.
Quando alguém tem uma convulsão geralmente as pessoas à sua volta se assustam e não sabem como ajudar. Veja o que fazer:
- Mantenha a pessoa deitada de lado para que a saliva não se acumule na cavidade oral ou, se ocorrer vômito, para que este não a sufoque. Deite-a de preferência no chão ou numa superfície macia e proteja-a de traumas, mas evite restringir seus movimentos;
- Coloque um travesseiro sob sua cabeça;
- Não realize nenhuma manobra de reanimação cardio-respiratória como respiração boca-a-boca ou massagem cardíaca;
- Registre a duração aproximada da crise;
- Quando os abalos musculares cessarem, certifique-se de que a vítima esteja respirando sem dificuldades;
- Não administre nenhuma medicação ou líquidos até que ela esteja bem desperta;
- Ajude a pessoa a se orientar e, conforme ela readquirir a consciência, diga algumas palavras de encorajamento.
Segundo a Dra. Renata Waksman, sempre que alguém ingere um corpo estranho, principalmente quando é uma criança, deve receber atendimento e orientação médica. É importante ressaltar que:
- Não se deve provocar vômitos em nenhuma circunstância;
- Objetos pequenos, plásticos, metálicos, não pontiagudos e não cortantes freqüentemente são eliminados junto com as fezes, sem causar nenhum sintoma;
- Alguns objetos são particularmente perigosos e merecem atenção especial, tais como agulha, vidro, pilhas e baterias. Estes podem se romper e liberar substância tóxica.
Quando se aspira um corpo estranho pela boca, se a pessoa conseguir, estimule-a a forçar a tosse, uma das melhores formas de expulsão.
- Não tente retirar o objeto às cegas, enfiando o dedo na boca, pois este procedimento muitas vezes acaba introduzindo ainda mais o corpo estranho na via aérea da pessoa;
- Se você conseguir visualizar o corpo estranho, retire-o utilizando os dedos polegar e o indicador, num movimento de pinça;
- Se a pessoa não consegue tossir, falar ou chorar e apresenta coloração arroxeada da pele, necessita de manobras imediatas de desobstrução de vias aéreas. Somente pessoas que tenham sido treinadas em cursos específicos, como de Suporte Básico de Vida, podem realizar essas manobras.
"Leve imediatamente a pessoa ao pronto socorro para garantir que tudo esteja bem, mesmo que já tenha eliminado o corpo estranho. Nenhum tipo de alimentação deve ser oferecido à vítima, até que seja liberada pelo médico" conclui a médica.
* A Dra. Renata Dejtiar Waksman é médica pediatra da Unidade de Primeiro Atendimento do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
Fonte: http://www.clicfilhos.com.br
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Acidente de Trabalho - O maior aumento acontece no "acidente de trajeto".
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Empresas querem enxugar gordurinhas de funcionários
Apesar do cenário, um levantamento feito em 2005 pela consultoria Watson Wyatt aponta que a maioria das empresas brasileiras não conta com iniciativas voltadas para a melhoria da saúde de seus funcionários ou para a redução dos custos médico-hospitalares.
Aos poucos, porém, empresas começam a oferecer programas de educação alimentar para seus colaboradores.
O Hospital das Clínicas é uma delas. Em março de 2006, a instituição lançou aos colaboradores o desafio de emagrecer cinco toneladas em 18 meses.
Os milhares de profissionais tiveram acompanhamento e avaliação semanais. Resultado: três meses antes do prazo, a equipe atingiu a meta.
Outra empresa que procura informar seus trabalhadores sobre a importância de um estilo de vida mais saudável é a Amway. O programa, focado na reeducação alimentar, conta com palestras, orientação nutricional, avaliação física e noções para equilibrar o cardápio.
"Estamos aptos a colocar em prática um estilo de vida mais saudável, o que melhora o nosso dia-a-dia no trabalho", conta Cássia Dias, gerente de RH da Amway de São Paulo, uma ex-"viciada" em chocolates.
Hoje ela é um dos exemplos do sucesso do projeto: substituiu as balas, chocolates e batatinhas por um copo de suco de laranja antes do almoço e por uma fruta à tarde.
Para isso, a recomendação do chefe da disciplina de clínica médica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Monteiro da Silva, é manter distância dos petiscos.
Foi o que fez a gerente Patrícia Ávila após tomar um susto com um aumento de peso repentino e o desânimo para o trabalho. "Aos poucos, fui me reeducando", explica ela.