English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O que você faz para se motivar no trabalho?

Por: Daniela do Lago *

A chave para motivação bem sucedida é o envolvimento individual. Isso significa unir as metas pessoais dos funcionários às da empresa.

Bilhões são gastos com motivação todos os anos. São brindes, placas, troféus, prêmios e, naturalmente, bônus em dinheiro para os melhores da empresa. Mas, o que é de fato motivação?

É ter um "motivo para ação", é pessoal, intrínseco e intransferível. Este motivo está dentro da sua cabeça e do seu coração, portanto seus motivos são abstratos, só têm significado para você e esta é a razão pela qual é algo tão especial.

O grande problema é definir os motivos verdadeiros, o que realmente você quer, o que te move para ação, para assim dar significado ao seu dia a dia.

Ela está sempre presente. Não existem pessoas desmotivadas. A grande questão é: como obter mais motivação nas áreas em que desejamos? Como nos tornarmos – e os que estão próximos a nós – mais estimulados a buscar realizações profissionais?

Como então conseguir mais motivação no trabalho? A chave para motivação bem sucedida é o envolvimento individual. Isso significa unir as metas pessoais dos funcionários às da empresa. Para vencer no trabalho, todos nós devemos criar uma metodologia em que as pessoas e o negócio estejam intimamente ligados para crescer juntos, com metas comuns ou compatíveis.

Para isso, será necessário fazermos 2 perguntas:

1 – O que há aqui para mim?

2 – Por que devo fazer isso?

Quando as pessoas perguntam: "Por que devo fazer isso?" ou "O que há aqui para mim?", estão tentando se motivar. Estão querendo dizer "Chefe, preciso de ajuda", "Deixe-me entender melhor o propósito deste trabalho", "Quero ser motivado!"

Será que seu chefe está aberto para responder estas perguntas?

Agora não vale colocar a culpa somente no seu chefe (lembre-se que a motivação vem de dentro). Confesso que conheço alguns profissionais que estão desmotivados no trabalho, passam o dia reclamando do trabalho e dos problemas mas quando são questionados, nem sequer sabem o que realmente querem e esperam do trabalho.

E você, sabe o que realmente quer do seu trabalho?

Portanto, pare agora, pense e avalie até descobrir a essência de seus motivos. Se você já descobriu o seu motivo verdadeiro então agora dedique a sua vida para conquistá-lo e só assim poderá dizer que é uma pessoa motivada!

* Daniela do Lago - com mais de 12 anos de atuação na área de recursos humanos, é mestre em administração com foco em Comportamento Organizacional pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Tem MBA em Marketing pela FGV e Bacharel em Administração pela Fundação Santo André. É palestrante e autora de diversos artigos acadêmicos publicados em congressos e revistas. Atua como Coach Executivo e Life Coach, com formação internacional em nível sênior pelo Integrated Coaching Institute (ICI). É professora dos cursos de MBA da Fundação Getúlio Vargas.
Fonte: Portal Administradores

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Energia solar pode reduzir consumo elétrico em até 17%.

O Brasil tem a matriz energética mais limpa do mundo. E esse padrão deve ser mantido, mesmo com o desenvolvimento econômico previsto para os próximos anos. Para isso, o Governo Federal incentiva projetos de energia solar para aquecimento da água, aproveitamento dos ventos, da biomassa e das ondas do mar.

“É importante montar estratégias de consumo energético que também contribuam para mitigar as emissões de gases de efeito estufa, mantendo o crescimento econômico”, observa o secretário de Mudanças Climáticas do MMA, Eduardo Assad.

As alternativas energéticas à produção são importantes para evitar o aumento da participação das fontes fósseis de energia. O esforço nacional é chegar a 2020 com o mesmo padrão de emissões de 2005. “Há potencial de redução do consumo de energia elétrica em até 17% nos horários de pico, com aquecimento da água do banho por energia solar. Estamos buscando esse caminho”, afirma Eduardo Assad.

Opções populares – Por meio da Portaria 238, de 21 de junho de 2009, o MMA criou um grupo de trabalho para incentivar o uso de Sistemas de Aquecimento Solar de Água, incluindo os conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida.

A meta estipulada é de 15 milhões de m² de áreas com coletores solares até 2015. Hoje são 6,24 milhões de m². “Para tanto, as linhas de atuação são políticas públicas que incluam gestões junto a programas governamentais como o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além do foco na criação de ‘empregos verdes’ e inovação tecnológica, por exemplo”, explica o secretário.

Já foi alcançada a primeira meta de 40 mil unidades habitacionais com os sistemas de aquecimento solar. Para a segunda fase, deve se atingir outras 260 mil. “Acho que os coletores solares para aquecimento de água são viáveis, e podem reduzir o consumo de energia elétrica, com bom resultado na conta de luz”, diz Assad. “O Minha Casa Minha Vida é um programa que está adotando a energia solar, e o Fundo Clima está apoiando. Na área de inovação tecnológica também. Sem ciência e tecnologia, o País não cresce.”

O secretário enfatiza a importância da conscientização, que é uma das soluções, aliada a fortes campanhas educativas, além da apresentação de projetos factíveis. “E a energia solar é fundamental.”

Infraestrutura – O Ministério do Meio Ambiente firmou contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a aplicação de R$ 233.727.463,00 previstos no Orçamento da União, por meio do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, para incentivar a economia de baixo carbono no País. As primeiras chamadas públicas e editais já foram publicados.

O BNDES vai operar linhas de crédito reembolsáveis a governos, empresas públicas ou privadas para a redução de emissões de gases-estufa e também de adaptações a situações provocadas por mudanças climáticas. Entre os temas prioritários estão projetos para a geração de energia renovável.

Há previsão para o desenvolvimento tecnológico e cadeia produtiva de energia solar para todo o Brasil. Mas, especialmente para as regiões sem acesso ao sistema integrado de energia elétrica (como áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste), existem recursos a serem liberados para geração e distribuição local de energias eólica, de biomassa e marés.

“Existem no Fundo Clima dois tipos de financiamentos: não reembolsáveis e reembolsáveis. No primeiro tipo, serão estimulados estudos de potencial de utilização e incentivo à busca de novos materiais, incluindo a geração de energia por células fotovoltaicas (onde a energia solar é transformada em energia elétrica). O segundo incentiva a ampliação do uso de coletores solares, principalmente para aquecimento de água”, detalha o secretário Assad.

O Fundo Clima possibilita, inclusive, acesso a crédito para indústrias que invistam na compra de máquinas e equipamentos de melhor eficiência energética. E ainda para o setor de energia com uso de resíduos sólidos nas 12 capitais metropolitanas que sediarão os jogos da Copa do Mundo em 2014.

Sustentabilidade – Um dos maiores desafios do planeta é o desenvolvimento com sustentabilidade. Estudos científicos indicam um limite de aumento de 2° C na temperatura mundial. “A partir desse patamar, será muito difícil voltar à situação de, por exemplo, 350 ppm de CO² na atmosfera. Hoje estamos chegando a 400 ppm. O limite seria algo próximo de 450 a 500 ppm”, enfatiza Eduardo Assad.

Os reflexos poderão ser reduções na produção agrícola, aumento da vulnerabilidade das regiões costeiras e mais riscos de desastres naturais, com consequente impacto na saúde. A meta é deixar de emitir até 1,2 bilhão de toneladas de CO² até 2020, com reduções de até 38%.

O secretário, que há 25 anos trabalha com mudanças climáticas, afirma que os impactos ainda são controláveis, mas já se observam eventos extremos de temperatura e de chuva, que podem estar diretamente influenciados pelo aquecimento global.
Fonte: MMA

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Incêndio em prédio de luxo em Campo Grande expõe falhas que arriscam a vida dos moradores.

Diversas irregularidades foram constatadas pelo Corpo de Bombeiros durante o incêndio que ocorreu na noite de quinta-feira (14), no Condomínio Jardins do Jatobá, área nobre de Campo Grande, informou o comandante do Corpo de Bombeiros, Ociel Ortiz Elias.

Um apartamento do 17° lugar de uma das torres do residencial foi incendiado por conta de um problema elétrico no aparelho do ar condicionado. Parte do local ficou totalmente destruído. O prédio de luxo, construído pela Plaenge, fica na Avenida Afonso Pena, em frente ao Shopping Campo Grande.

Apesar da agilidade do Corpo de Bombeiros, Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e PM (Polícia Militar) para isolar o local e minimizar o pânico dos moradores, os socorristas tiveram um atraso para apagar o incêndio.

“O registro do reservatório que abastece os hidrantes e mangueiras de incêndio estavam fechados, o que é irregular. O descuido provocou atraso de pelo menos três minutos no trabalho dos militares. Tempo que é ‘considerável’ em relação a uma situação sem controle, como um incêndio inesperado”, explicou o comandante em entrevista ao Correio do Estado.

Ele explica que toda construção de grande porte é obrigada a manter uma caixa d’água específica para o sistema de combate aos incêndios e o registro não pode ser mantido fechado, como no caso do Condomínio Jardins do Jatobá. Por conta deste risco, a administração do local vai receber uma notificação.

Além disso, o sistema de segurança do residencial não foi renovado. O Alvará de Prevenção a Combate a Incêndio e Pânico deve estar em dia, para isso uma equipe específica do Corpo de Bombeiros deve fazer uma fiscalização no local, para assegurar que todas as medidas estão sendo feitas. Medida considerada padrão, que não foi respeitada.

Equipes da Perícia Técnica estiveram no local esta semana para fazer imagens do local, após o incêndio. O caso foi registrado no 1° Distrito Policial da Capital e deve ser investigado para saber de quem foi a responsabilidade em “atrasar” o serviço do Corpo de Bombeiros, que tiveram que procurar pelo registro, uma vez que os funcionários do condomínio também não tinham conhecimento.

Caso

No dia do fato, as chamas começaram com um curtocircuito no ar condicionado de um dos apartamentos. O fogo logo se espalhou e assustou os vizinhos, que desceram às pressas enquanto militares subiam para conter as chamas.

Testemunhas relataram que muita fumaça saía pelas janelas do apartamento atingido. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. O apartamento onde as chamas começaram a se propagar ficou parcialmente destruído.

Para apagar o fogo, os bombeiros colocaram pressão na rede de hidrantes do próprio condomínio. Após controlarem as chamas em pouco mais de 15 minutos, foi feito ‘rescaldo’ do local para evitar que novos focos de incêndio surjam.

Com o incidente, o trânsito na Avenida Afonso Pena, no sentido centro-shopping, ficou fechado. Uma longa fila de carros se formou e causou lentidão nos dois sentidos da principal Avenida de Campo Grande.
Fonte: MidiaMaxNews

terça-feira, 26 de julho de 2011

Assalto em local de trabalho não garante indenização a empregado.

Dois empregados da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) – responsável pela limpeza urbana e outros serviços de conservação na cidade serrana – não conseguiram o direito à indenização por danos moral e material.

Os trabalhadores foram vítimas de um assalto nas dependências da empregadora. A ação previa indenização de 200 salários mínimos, além do custeio de despesas médicas com tratamento por estresse pós-traumático até os 65 anos de idade.

O fato aconteceu na madrugada do dia 31 de outubro de 2008, quando o local foi invadido por assaltantes. Armados, os criminosos renderam um vigia e um motorista em serviço e roubaram dois caixas eletrônicos do Banco do Brasil, instalados na empresa.

O pedido foi julgado improcedente pela 2ª Vara do Trabalho de Petrópolis, com a fundamentação de que não houve nexo de causalidade entre o evento ocorrido e a responsabilidade do empregador, não podendo ser imputada qualquer culpa à ré.

Esse entendimento foi mantido em 2ª instância, onde a desembargadora Edith Maria Corrêa Tourinho, relatora do recurso ordinário interposto pelos trabalhadores, afirmou que a segurança pública é dever do Estado e não do empregador e o nexo causal não restou comprovado. A magistrada ressaltou que "a obrigação de indenizar está condicionada à existência de prejuízo decorrente de ato ou omissão de determinado agente e, justamente nesse aspecto, se conclui que não há elementos nos autos para que se estabeleça a responsabilidade da ré".

Ainda segundo a relatora, a aplicação da teoria da responsabilidade objetiva – segundo a qual a obrigação de reparar o dano existe independentemente da culpa que possa ser atribuída ao responsável pela reparação – somente é cabível quando a atividade normal da empresa caracterizar-se como perigosa.

"No caso dos autos, restou demonstrado que o assalto tinha por finalidade subtrair caixas eletrônicos que sequer pertenciam à empresa. Cabe ressaltar que além de assalto à mão armada consistir em caso fortuito, derivado de ato de terceiro, não se pode imputar culpa à ré sob a alegação de que esta não adotou medidas necessárias à prevenção do incidente, porquanto não se trata de fato que pudesse ser previsto ou evitado", concluiu a desembargadora.
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 1ª Região Rio de Janeiro

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Projeto obriga empresas a contratar técnicos de segurança.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 469/11, do deputado Onofre Santo Agostini (DEM-SC), que obriga toda empresa a contratar técnico de segurança do trabalho, com o objetivo de promover a diminuição de acidentes.

Pelo projeto, as empresas com 51 a 100 empregados deverão contratar pelo menos dois técnicos; e com 101 a 200 empregados, três técnicos. Acima de 200, deverão contratar um técnico de segurança adicional para cada grupo de 150 empregados.

Se o projeto for aprovado, as empresas terão prazo de 180 dias para cumprir a norma.

Lucratividade

O deputado diz que é imenso o número de acidentes de trabalho verificados no Brasil, principalmente em empresas de pequeno e médio porte.

Segundo ele, o projeto não vai afetar a lucratividade das empresas. "À primeira vista, pode-se pensar em um acréscimo de custo. Mas, apesar do primeiro impacto na folha de pagamento, estatísticas da Previdência Social comprovam elevado gasto de recursos em razão de afastamento por acidente de trabalho", afirma.

Ele cita também a perda de lucros que a empresa sofre em razão dos dias não trabalhados pelo funcionário afastado. "A contratação de profissional preparado para prevenir esse infortúnio é a melhor forma de reverter esse grave problema nacional. As ações preventivas, quando administradas por profissional competente, não chegam a significar 10% da despesa realizada por ações curativas, tanto pelo lado produtivo quanto na perspectiva de uma vida mais saudável e equilibrada para os trabalhadores", sustenta o deputado.

Atualmente, a segurança no trabalho está a cargo das comissões internas de prevenção de acidentes (Cipas).

Tramitação

A proposta foi apensada ao PL 4317/01, do Senado, que altera a composição das Cipas. Os projetos serão analisados em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara de Notícias