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sexta-feira, 1 de junho de 2012

O que fazer quando alguém resolve sabotar sua carreira?

Especialista sugere que profissional use sua inteligência emocional e tente conquistar àquele que quer seu fracasso.

Você se considera um bom profissional. É comprometido, se dedica, trabalha intensamente, mas nada - nunca - acontece. Não recebe aumento de salário por desempenho, não obtém nenhuma promoção, sempre recebe feedbacks negativos e tudo que consegue ver é sua carreira patinando.

Se as coisas não estão fazendo sentido para você, é possível que esteja deixando de considerar um fato importante, o de alguém tentando sabotar seu desenvolvimento. De acordo com a consultora de gestão estratégica da Leme Consultoria, Márcia Pereira, a competitividade no mercado de trabalho, muitas vezes, motiva alguns profissionais a limitarem o crescimento de outros.

A lógica é simples, jovens de 24, 25 anos querem ser gerentes, querem promoções meteóricas, e, para isso, nem sempre se importam em passar por cima de tudo e todos. Cabe ao profissional que está enfrentando essa situação saber lidar com isso, ou fatalmente perderá sua motivação no trabalho.

A sabotagem

A sabotagem acontece quando um ou mais membros da equipe deixa de passar informações, justamente àquelas informações necessárias para que você faça seu trabalho e entregue resultados. Nesse caso, o profissional tem que tomar cuidado.

Além disso, é importante observar que uma equipe tem que mostrar resultados como um time. “Se um profissional começa a se destacar demais, sozinho, é um grande sinal de que algo está errado”, avalia Márcia. “A equipe tem que se destacar como um todo, pois o trabalho é em conjunto”.

É assim que o profissional começa a identificar que algo está errado. Ou seja, quando, de um lado, por mais que ele se esforce, não obtém resultados e, por outro, outros profissionais se destacam isoladamente. “Essa situação não é incomum no ambiente corporativo. Diversas pesquisas de clima já sinalizaram que isso acontece com bastante frequência”.

Competitividade acirrada

Mas, por que profissionais sabotam os outros? De acordo com a consultora, os principais motivos são dois. Primeiro, por conta da alta competitividade de mercado, aonde jovens querem ser gerentes e acreditam que só vão conseguir tal promoção através de tais comportamentos.

Em segundo lugar, está o desvio comportamental. “É uma questão cultural; por conta da sua educação ele se torna uma pessoa assim, sem caráter”, diz Márcia. Lembrando que competição é algo positivo no ambiente profissional, “a competição natural é bem vinda”, diz Márcia. O problema é quando ela prejudica os outros.

Pois bem. Depois de identificar que as razões para não estar progredindo na carreira advém de outros profissionais, o que fazer? A sugestão é tentar se aproximar deles. “Se você quer ficar na empresa, use usa inteligência emocional e conquiste o cara”, diz a consultora.

Mas se suas investidas não surtirem efeito, “se promova para o mercado”, aconselha Márcia. A ideia é buscar posições nas quais você possa crescer, evitando a perda de motivação no trabalho e na carreira.
Fonte: Infomoney

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Trabalho aos domingos.

Um dos injustificáveis mitos, neste início de século XXI, diz respeito à obrigatoriedade absoluta do descanso semanal aos domingos. Diz o Velho Testamento, no Gênesis, que, depois de criar o homem e a mulher, e acabados o céu e a terra, Deus considerou concluída a estressante obra e, no sétimo dia, descansou.

Sétimo corresponderia ao sábado, como entendem os judeus, e conforme assentado no Torah, o livro sagrado do milenar povo. Para nós, o descanso semanal recai no domingo. É o dia do Senhor, conforme determina a religião católica.

Para a Constituição o repouso é obrigatório, e deve ser gozado aos domingos. Não, contudo, de maneira impositiva, mas em caráter preferencial, como prescreve o Art. 7º, XV: "repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos". A regra da Lei Maior em nada difere do que estabeleceram as constituições de 34, 37, 46, 67, e a Emenda Constitucional n. 1/69.

Ao voltarmos os olhos para o que sucede ao redor, verificamos duas coisas: (1) a crescente quantidade de atividades que se desenvolvem aos domingos, não necessariamente essenciais, ou para responder às necessidades técnicas da empresa; (2) o volume de trabalho aos domingos é proporcional à vitalidade econômica do município ou região.

Lembro-me, à perfeição, de que, quando jovem, o jornal O Estado de S. Paulo não circulava às segundas-feiras, pois os proprietários guardavam o domingo como dia santo, e tornavam possível a gráficos e jornalistas a permanência em casa, ou que fossem se divertir.

À medida, contudo, que a vida desenvolveu inéditas exigências, o respeitável jornal, fundado por Júlio Mesquita, tratou de se adaptar à realidade, sob pena de perder anunciantes, assinantes, e compradores avulsos. Tal se dá com o comércio de maneira geral.

Os shoppings funcionam aos domingos, e atraem milhares de compradores que não têm como frequentá-los ao longo da semana. Jogadores profissionais de futebol, ou de outras modalidades desportivas, trabalham nos fins de semana, ou durante o período noturno, quando milhares de aficionados estão em condições de comparecer aos estádios. Programas de televisão são levados ao ar aos domingos. O mesmo ocorre com emissoras de rádio e casas de diversão.

É impossível, no curto espaço destinado a artigo jornalístico, relacionar profissões domingueiras, aquelas que, embora exercitadas nos dias comuns, se estendem aos fins de semana.

Espanta-me, portanto, a atitude obscura e atrasada de entidades sindicais que teriam assinado convenção coletiva de trabalho que veda o funcionamento de concessionárias de automóveis aos domingos.

Na tentativa inócua e pouco inteligente de deter a marcha do tempo e ignorar a verdade, ambas se esquecem de que o mundo tornou-se extremamente competitivo, e de que compradores agem por impulso.

O vendedor experiente sabe que não deve perder qualquer negócio iniciado, pois quem compra deseja ser logo atendido e bem tratado, pois dezenas de outras lojas acham-se à disposição, na mesma cidade, ou nas localidades próximas.

Cegos diante do que se lhes passa diante dos olhos, não se apercebem de que são vendidos, novos e usados, por intermédio da Internet, que nada mais é do que imenso e variado estabelecimento comercial, onde tudo pode ser encontrado, dos livros às casas, terrenos, perfumes, veículos leves e pesados, de passeio ou para trabalho. A explicação que encontro, para semelhante disparate está na impunidade eleitoral.

Dirigentes sindicais dão-se ao luxo de cometer modalidades de despautérios, por estarem certos de que jamais serão despojados dos cargos por obra de eleições democráticas, em que haja participação da efetiva e livre das categorias.

A presidente Dilma Rousseff deve rejeitar a linha traçada pelo ex-presidente Lula, que renegou posições assumidas quando presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, e líder do melhor sindicalismo brasileiro, para dar apoio a pelegos de todos os matizes. Sem reforma sindical moralizadora, o Brasil jamais conseguirá tornar-se um país competitivo no cenário mundial, como dele se exige e se espera.
Fonte: Diário do Comercio e Indústria

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Trabalhar sob estresse afeta a vida familiar, diz especialista.

O estresse provocado pelas jornadas prolongadas e crescentes exigências por metas no trabalho interferem além da saúde, na vida familiar, na avaliação da médica do trabalho e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Margarida Barreto. Categorias de trabalhadores acostumados a viver sob pressão ou de grande exigência - como os psicólogos, assistentes sociais e profissionais da saúde em geral - buscam a redução de jornada de trabalho por meio de projetos de lei em trâmite no Congresso e também por mobilizações públicas junto aos sindicatos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) recomendam uma jornada máxima de 30 horas para estes casos, e centrais sindicais fazem coro ao pedido. No entanto, ainda há resistência dos setores públicos e privados em adotar as medidas, que podem reduzir a incidência de doenças adquiridas no trabalho e melhorar o desempenho e produção do funcionário. Em entrevista, Margarida relaciona a decisão das empresas em não reduzir a carga horária com um possível receio de ter de forçar gastos para aumentar o quadro de funcionários para suprir as lacunas das jornadas.

A intensidade do problema é visível: dados da Previdência Social mostram que no período de janeiro a março de 2012 foram 511.564 auxílios-doença concedidos. O número representa pouco mais de dez mil pedidos ante o total do mesmo período no ano passado. À medida em que surgem mais vagas de emprego, segundo a médica, mais se torna indispensável a discussão sobre a qualidade dele para o trabalhador.

Quais os efeitos de uma jornada longa em uma profissão estressante?

A questão da saúde é fundamental. Primeira coisa é que as consequências de um trabalho sob estresse independe de categoria, de ser homem ou mulher. Tudo leva a uma fadiga mental e física, e consequentemente a diminuição da capacidade de produzir. E, claro, o patrão insiste em não diminuir a jornada porque acha que seus gastos vão aumentar tendo de contratar novos trabalhadores. Isso é um engano total.

Um trabalhador que exerce uma jornada prolongada tem de produzir cada vez mais e não pode cair de cama. Ele acaba adoecendo justamente por conta disso. É uma rotina insuportável, e leva não só ao cansaço mas também a outras complicações, como doenças gastrointestinais como as gastrites, e psicológicas, como o desânimo, pesadelos, angústia. O trabalhador muitas vezes se sente incapaz de dar conta daquilo que lhe é imposto, quando na verdade é desumano. Um terreno permeado de contradições. É mais do que justo esta reivindicação dos trabalhadores na questão da redução da jornada e, associado a isto, vem a questão da estabilidade no emprego.

Qual a argumentação que trabalhador pode dar quanto ao que é submetido?

Eu acredito que a argumentação deve estar embasada não só nas questões de saúde, não só na questão ética. Um trabalho prolongado e denso é fonte de desprazer, de sofrimento. Barra a criatividade do trabalhador e possibilita um maior índice de acidentes e de adoecimento.

Qual seria a alternativa para o trabalhador que não vê a saída da redução da jornada e também não encontra respaldo na lei?

A alternativa está nas lutas que exijam como um todo mudanças na organização de trabalho. Quando você pensa na jornada, ou nas horas-extras, está dentro do acordo de trabalho.

Mudar significa possibilitar a este trabalhador, fazer seu serviço de forma digna, sem estresse, com autonomia. Se eu tenho uma relação com o empregado que só exige metas cada dia maiores e não dá possibilidades de micropausas quaisquer, não dá para esperar muito. Não querendo ser saudosista, mas antes os trabalhadores tinham ao menos a chance de sair para fumar um cigarro, bater um papo com um colega. Hoje você não tem esta possibilidade, porque poucos trabalhadores devem cumprir o que foi estipulado. Passa a ser um luxo pensar em conversar com o colega do lado.

Não ter tempo sequer para relaxar, para dar um bom dia sequer ao companheiro de trabalho, complica. Nas grandes empresas, apesar do ambiente bonito e clean, já são ambientes pesados. Imagine então numa terceirizada, por exemplo. É sobrecarga, exigência, e exploração cada vez maiores. Isto acaba tendo repercussões até dentro da vida familiar.

Falando em funcionários terceirizados, a rotina de um funcionário de call center, por exemplo, é totalmente controlada pelos empregadores. Inclusive os momentos de pausa, que são poucos... este modo de se relacionar com os empregados virou uma tendência?

Claro, e é chocante pensar que em pleno 2012 ainda vemos por aí problemas com intervalos até mesmo para ir ao banheiro. Geralmente, estes funcionários só podem ir quando tem alguém para cobrir o serviço no seu lugar. Uma hora a situação entra em colapso. A forma atual de pensar políticas para as empresas levam em consideração o período de crise, um pensamento neoliberal. Pensa-se na quantidade de trabalho, mas não no indivíduo. Todas as mudanças econômicas no mundo se refletem na questão do trabalho, e quem sempre paga a conta da ganância é o trabalhador.

Desde o momento em que ele é não somente superexplorado, mas quando ele só vale para a empresa enquanto tem saúde. Mas nesta condição, me diga: como ele pode manter a saúde? Há uma contradição.

Certa vez, um trabalhador químico me disse algo que vale muito para o agora. Ele reclamou que a luta não é só pelos salários, mas pela manutenção do trabalho. A preocupação de conseguir se manter no emprego. Esperava que não chegássemos a este ponto, mas chegamos.

E é um desafio aos sindicatos...

É um desafio para cada categoria, aos trabalhadores como um todo. É estar vendo não só a questão de saúde em si, mas o que está causando a deteorização da saúde dos trabalhadores. Por que há uma destruição cada vez maior das relações de trabalho? Se não tem saúde, ele (o trabalhador) vai perder o emprego. E vai ter uma relação de precaridade dentro da própria casa. É um efeito dominó.

Há uma discussão quanto ao crescimento constante do emprego e, ao mesmo tempo, a preocupação sobre a qualidade deles ao trabalhador. Como você vê o assunto?

É uma questão que me incomoda muito ultimamente esta do pleno emprego. Aí eu pergunto: que pleno emprego é este que os trabalhadores estão tendo e adoecendo cada vez mais? É um ciclo depressivo tanto na questão do sistema capitalista mundial, mas também das relações de trabalho. Para mim, a coisa é muito crítica e exige enquanto movimento organizado pensar além. Não é só esta a discussão, tudo envolve um sistema político. Se eu fosse resumir em uma palavra, eu diria que nunca foi tão necessário construir uma nova sociedade com um novo olhar, que não dê privilégio a um grupo de famílias que comandam o planeta.
Fonte: Rede Brasil Atual

terça-feira, 29 de maio de 2012

Ambientalistas veem texto de Dilma para o Código Florestal como derrota

O texto do novo Código Florestal, já com vetos e alterações feitos pela presidente Dilma Rousseff, é visto pelos ambientalistas como uma vitória dos ruralistas.

“Fizeram um teatro na sexta-feira. Fizeram um discurso bonito e apresentaram um texto horroroso”, criticou Márcio Astrini, coordenador da campanha “Amazônia”, do Greenpeace, uma organização não governamental (ONG) voltada à defesa do meio ambiente.

“A gente esperava que o veto presidencial viria para equilibrar o texto, e ele acabou se tornando a pá de cal do Código Florestal”, lamentou Márcio Santilli, coordenador do programa de política e direito socioambiental de outra ONG, o Instituto Socioambiental (ISA). “É a morte da legislação florestal brasileira”, comparou.

Plantas ‘exóticas’ – O ponto mais criticado diz respeito aos incentivos ao reflorestamento nas Áreas de Proteção Permanente (APP’s). Pelo texto, essas áreas poderão ser reflorestadas com quaisquer tipos de árvore, e não apenas com as espécies nativas de cada região.

“Isso é grave do ponto de vista ecológico”, afirmou Kenzo Jucá Ferreira, especialista em políticas públicas da ONG WWF/Brasil “APP é frágil, cumpre função ecológica e é preciso manter a mata nativa”, completou.

“Ninguém mais é obrigado a preservar as florestas. O que ele pode é ser obrigado a plantar de novo”, interpretou Márcio Santilli, do ISA.

Santilli apontou uma ameaça específica, o eucalipto, uma planta “exótica” – como são chamadas as plantas que não são nativas – bastante usada em reflorestamentos. “Se você tiver um eucalipto no meio da floresta, isso não é problema. O problema é tirar a floresta para plantar eucalipto”, explicou.

Segundo ele, o eucalipto consome mais água do que a média, e pode se tornar um problema ambiental se for plantado perto de nascentes, por exemplo. Além disso, a plantação de uma espécie única em substituição à mata original reduz a biodiversidade do ecossistema.

“A gente não é contra os incentivos ao reflorestamento, eles só não podem ser feitos de qualquer forma e a qualquer custo”, resumiu Márcio Astrini, do Greenpeace.

Outro problema do texto, na visão dos ambientalistas, é a adoção do módulo fiscal – uma medida de tamanho da propriedade rural que varia de acordo com o município – como critério para determinar a quantidade de floresta que precisa ser mantida. Teoricamente, as propriedades maiores ficariam obrigadas a preservar mais.

“O módulo fiscal não caracteriza o tipo de propriedade”, indicou Kenzo Jucá Ferreira, para quem o tipo de uso do solo é mais importante do que a área ocupada para determinar a proteção do local. Para ele, deveria haver diferenciação entre monoculturas e cultivos familiares.

Márcio Astrini, do Greenpeace, afirmou ainda que os grandes proprietários podem driblar a lei, possuindo diversas pequenas áreas para desmatar mais. “Quem vai se beneficiar disso é quem tem má fé”, previu. Fonte: Globo Natureza

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Metalúrgico morre em acidente de trabalho na CSN.

O metalúrgico Rubem Nei da Silva Ribeiro, de 50 anos, morreu neste sábado, vítima de acidente de trabalho na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda. Em nota, a empresa não esclarece o modo como o trabalhador morreu, apenas que o acidente foi no setor de Laminador de Tiras a Frio 3 (LTF-3). Rubem era líder de turno mecânico e, segundo a nota, chegou a ser levado para o Hospital Vita, mas não resistiu aos ferimentos.

A empresa informou ainda que está prestando toda assistência à família da vítima, e que as causas do acidente já estão sendo apuradas pela Gerência de Segurança do Trabalho. Segundo o delegado adjunto da 93ª DP (Volta Redonda), Márcio Leandro Figueiroa, será instaurado um inquérito por crime de homicídio culposo (sem intenção de matar).

O policial aguardava representantes da CSN para depor na delegacia. Até o fim da tarde, o único registro que tinha sido feito na 93ª DP foi o da remoção do corpo de Rubem para o Instituto Médico Legal de Volta Redonda O delegado está aguardando o depoimento das partes envolvidas para dar continuidade na investigação. Este foi o segundo acidente com morte na usina nos últimos seis meses. Em novembro de 2011, Tadeu Andrade Silva, de 31 anos, morreu em consequência de um acidente de trabalho na Laminação de Tiras a Frio 2 (LTF-2). Ele, que trabalhava na empresa havia quatro anos e era da GMT I (Gerência de Materiais), foi atingido por uma empilhadeira que carrega bobinas. O trabalhador foi socorrido em estado muito grave e levado para o hospital, onde sofreu duas paradas cardíacas. No início de março deste ano, um vazamento de gás de coqueira intoxicou 12 trabalhadores da usina (nove metalúrgicos e três bombeiros da siderúrgica).

Em nota, a CSN confirmou que o vazamento ocorreu durante a manutenção na área que abastece os altos-fornos e sinterizações. Veja a íntegra da nota da CSN sobre o acidente deste sábado "A CSN lamenta informar a morte do empregado Rubem Nei da Silva Ribeiro, 50 anos, líder de turno mecânico, na manhã deste sábado, dia 26.

Rubem sofreu um acidente enquanto trabalhava no Laminador de Tiras a Frio 3 (LTF-3), na Usina Presidente Vargas. Ele foi socorrido imediatamente e levado para o Hospital Vita, mas não resistiu. A CSN está prestando toda a assistência à família de Rubem. A Gerência de Segurança no Trabalho já começou a apurar as causas do acidente".

Fonte: Diário do Vale