terça-feira, 31 de maio de 2011

31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco

 Este Blog participa do DIA MUNDIAL SEM TABACO

Instituída em 1987, o Dia Mundial Sem Tabaco foi criada para alertar a população sobre os perigos que o hábito de fumar pode trazer. Nesta data, além de abordar tratamentos e prevenção de doenças, todos os 192 estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) escolhem um tema e lideram uma campanha para que os fumantes deixem o hábito e tornem-se mais saudáveis.

Dois anos depois, o Ministério da Saúde acrescentou a data ao calendário brasileiro, promovendo todos os anos ações ligadas à questão. Neste ano, o tema mundial da campanha será Por um mundo sem tabaco.

Dados da OMS indicam que o cigarro é o maior responsável por mortes no mundo, chegando a 5 milhões por ano. Mesmo com estes dados, mais de 1,1 bilhões de pessoas ainda fumam.

No Brasil, o número de tabagistas chega a 32 milhões, o que significa que mais de 16% da população brasileira é de fumantes. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), morrem anualmente mais de 200 mil por doenças ligadas ao cigarro.

Doenças causadas pelo cigarro

Câncer de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero são causados pelo fumo, além do já conhecido câncer de pulmão.

Derrame cerebral, angina, infarto do miocárdio, enfisema, bronquite e outras tantas doenças estão diretamente relacionadas ao tabagismo, além daquelas que este agrava. E não são somente os fumantes que estão suscetíveis a tais doenças. Segundo o Inca, em média, mais de 2500 fumantes passivos morrem anualmente por conta do cigarro no Brasil.

Participe você também

Se você é fumante, aproveite a iniciativa do Ministério da Saúde e do viValle e siga as dicas para parar de fumar, disponíveis em www.inca.gov.br/tabagismo. Após abandonar este hábito, procure ter uma alimentação mais saudável e comece a praticar exercícios físicos, só assim o dano causado à sua saúde será restabelecido.

E se você não é fumante, mas tornou-se um fumante passivo, devido à convivência com amigos e/ou parentes que fumam, passe à frente essa iniciativa e faça um bem para eles e para você mesmo.

Estatísticas fumante/não-fumante (INCA)

• Um fumante tem 10 vezes mais chances de adoecer de câncer de pulmão do que um não-fumante;

• 5 vezes mais chances de sofrer infarto;

• 5 vezes mais chances de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar;

• 2 vezes mais chances de sofrer derrame cerebral.

Se parar de fumar agora:

• após 20 minutos sua pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal;

• após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue;

• após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza.
Fonte: ViValle

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Maioria dos shoppings de São Paulo tem sistema de ar ruim.

A maior parte dos sistemas de ar-condicionado dos shoppings da cidade de São Paulo apresenta problemas, conforme fiscalizações realizadas pela Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa).

Dos 50 grandes centros de compras, 21 passaram por fiscalização da qualidade do ar e em apenas dois eles estavam em ordem. Os demais (19) apresentavam irregularidades ou estavam se adequando, segundo O Estado de S. Paulo.

Os locais visitados não são divulgados. As vistorias tiveram início após um acordo de 2004 firmado entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a vigilância sanitária, Covisa.

O processo teve início após denúncias de lojistas. Em um dos casos, um duto de ventilação estava com muitos resíduos, segundo disse a procuradora do Trabalho Daniele Leite.

As fiscalizações estão sendo intensificadas neste período pré-inverno. Além dos grandes shoppings, outros centros comerciais também devem ser avaliados. Ao todo, os pontos fiscalizados devem passar de cem.

Legislação

Qualquer lugar com grande movimentação de pessoas - seja comercial ou não - deve, por lei, manter sistema de ar funcionando em perfeito estado. As condições básicas são as de proporcionar ar reciclado e, com isso, evitar concentração de sujeira suspensa, fungos e vírus.

O ideal é que a temperatura esteja entre 20°C e 26°C e tanto o cliente quanto os lojistas sejam informados a respeito de qual é a temperatura do local.
Fonte: Destak

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Inteligência comportamental também pesa na contratação.

Nem sempre é fácil encontrar um profissional qualificado para preencher uma vaga de emprego. Mas o que conta mais: um bom currículo ou um ótimo relacionamento interpessoal? Pois é, ficou para trás o tempo em que bastava ter currrículo. Hoje, o comportamento também pesa. Por isso é bom saber que a inteligência comportamental ou inteligência do sucesso – como é chamada por alguns especialistas – não é relacionada com o nível de conhecimento, mas sim com o comportamento e a facilidade de se relacionar com os colegas.

Segundo esses especialistas, investir na busca de colaboradores com bom comportamento pode ser a melhor saída para as empresas criarem um ambiente de trabalho tranquilo e funcional. Uma pesquisa divulgada recentemente nos Estados Unidos afirma que empresas de tecnologia já estão em busca de profissionais com ‘boa personalidade’.

"Nós podemos afirmar que essa é uma tendência também no Brasil. Várias empresas acabam nos procurando em busca de profissionais que se encaixem nas características da inteligência comportamental", diz Sebastião de Oliveira Campos, diretor da Oliveira Campos Consultoria.

As características das pessoas que apresentam inteligência comportamental são: foco de carreira bem estabelecido, alta energia produtiva e transparência no dia a dia profissional. Segundo Oliveira Campos, as empresas que desejam encontrar colaboradores com a inteligência do sucesso, devem analisar o histórico profissional deles e checar quantas realizações profissionais conseguiram atingir até aquele período.

Para ele, o principal é não deixar se seduzir somente pelas competências técnicas, pois o que ele tem de conhecimento deve ser proporcionalmente igual em relação ao comportamento.

Mas com toda essa discussão levantada sobre inteligência comportamental, especialistas alertam também sobre os cuidados que as empresas devem tomar na hora de fazer uma contratação baseada no ‘QI’, o famoso Quem Indica. Independentemente de quem o indica, o candidato deve passar por um processo de seleção da mesma forma que os outros candidatos.

"É importante ressaltar que a indicação deve ser sempre analisada com dois olhos. O lado bom de contratar um profissional indicado é que você possuirá referências dele. Por outro lado uma empresa jamais deve contratar um funcionário apenas por uma indicação", afirma Campos.
Fonte: Canal Executivo - UOL

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Operadores de telemarketing não podem trabalhar mais de 6 horas.

Essa determinação pode melhorar a saúde dos profissionais, a decisão é do Tribunal Superior do Trabalho que também anunciou outras mudanças.

A jornada de trabalho do operador de telemarketing hoje é de oito horas por dia, 40 por semana. Em alguns estados a jornada vai de segunda a sábado. A partir de agora, passa a ser de seis horas.

O sindicato da categoria em São Paulo diz que essa determinação pode melhorar a saúde dos profissionais. Uma pesquisa mostra que 76% mulheres e 70 % têm de 18 a 29 anos. Entre os que procuram o sindicato por problemas de saúde, 39% sofrem de lesões provocadas por esforço repetitivo, como tendinite, e 27% têm doenças psíquicas como depressão e estresse.

"É uma categoria jovem que vem apresentando doença relacionada ao trabalho. Pela pressão psicológica em busca de resultado que determinadas empresas fazem com o trabalhador", comenta Ronaldo Lopes, do Sindicato dos Trabalhadores de Telemarketing.

"São seis horas por que aplicou por analogia um artigo da CLT que trata da jornada de trabalho da telefonista. Há semelhanças, o telefone é o instrumento de trabalho de ambas", conta a advogada trabalhista Aparecida Hashimoto.

Esses posicionamentos anunciados pelo Tribunal Superior do Trabalho mexem com a vida de 1,4 milhões de trabalhadores da área de telemarketing de todo o Brasil.

Outra decisão tomada ontem no TST diz que funcionário que recebe rádio comunicador ou celular da empresa não tem direito a cobrar hora extra pelo simples fato de estar com o equipamento. Para a justiça isso não significa que o trabalhador está à disposição da empresa.

"Isso acontecia quando você só tinha o telefone fixo e hoje não tem mais. Com a telefonia móvel você pode estar em qualquer lugar. É claro que há situações em que se você obrigatoriamente fica com a sua locomoção restrita pode até dar ensejo a essa hora de sobreaviso, mas o celular por si só, portar ele, não dá esse direito" , explica a advogada.

Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho também decidiram que a empreiteira contratada para uma obra é a responsável pelos funcionários da construção e não o dono do imóvel. Pela decisão do TST não existe a chamada responsabilidade solidária, que era o entendimento comum até agora.

Fonte: Jornal Hoje

Ameaça de superbactérias é problema sério de saúde pública.

Há cerca de duas semanas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a incidência de infecções por superbactérias resistentes a drogas atingiu níveis sem precedentes em todo o planeta. O sério problema já ameaça criar um cenário de proliferação de infecções incuráveis, e no Brasil as consequências desta realidade já começam a ser sentidas.
Segundo o chefe da área de infectologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professor Francisco Hideo Aoki, a mobilidade de pessoas por todo o mundo hoje põe em risco os países, e uma vigilância preventiva seria necessária - além das medidas de bloqueio, ações simples como lavar as mãos podem ajudar muito no combate ao avanço desses organismos.
"Possibilidade há (de epidemias globais), com o fenômeno da globalização e com as pessoas cruzando o mundo em 24 horas no máximo", diz Aoki. "Por enquanto, não há antibióticos para tratamento destas infecções. E como por enquanto estes processos infecciosos estão restritos, é preciso ter uma vigilância muito grande de ordem epidemiológica para contenção do espalhamento destas bactérias pelo planeta. E pode, sim, ser um problema sério de saúde pública", afirma.
Em 2010, a superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) causou medo no Brasil após infecções em hospitais espalhados pelo país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou o controle sobre receitas médicas de antibióticos, na tentativa de conter o avanço da KPC.
Segundo Aoki, essa superbactéria parece estar atualmente sob controle. "A situação está aparentemente melhor, com as vigilâncias das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar locais", diz o médico.
Porém casos de infecções por superbactérias continuam nos noticiários. Na última semana, o Ministério Público (MP) de Alagoas instaurou inquérito civil para apurar mortes no Hospital Universitário (HU) supostamente ligadas a infecções provocadas pela superbactériaAcinetobacter baumannii.
Outra superbactéria que causa de preocupação mundial é a NDM-1. Ela chegou ao Reino Unido vinda de Nova Délhi (Índia) em 2010.
"A NDM-1, cujo nome é Nova Délhi Metalo-lactamase-1, é um grupo de bactérias que desenvolveram resistência a antibióticos avançados, que tem na sua conformação molecular o anel betalactâmico, e esta enzima a NDM-1 age contra este anel, resumidamente produzindo resistência a este antimicrobiano", falou Aoki.
O professor afirma que infecções causadas por esta bactéria podem atingir qualquer parte do corpo do ser humano e são de difícil tratamento com os antimicrobianos existentes. "Dada a intensa resistência que têm aos antibióticos, as possibilidades de tratamento ficam muito reduzidas se não forem controladas ou se não se houver uma combinação de antimicrobianos", explica.
Segundo a OMS, a cada ano mais de 25 mil pessoas morrem na União Europeia em decorrência de infecções de bactérias que driblam até mesmo antibióticos recém-lançados. Para a organização, a situação chegou a um ponto crítico em que é necessário um esforço conjunto urgente para produzir novos medicamentos.
Fonte: Portal Terra

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Família de metalúrgico morto com câncer vai receber R$ 300 mil de indenização.

Viúva e dois filhos menores de um metalúrgico da empresa Alcoa Alumínio S.A. vão receber R$ 300 mil de indenização, mais pensão mensal, pela morte do trabalhador que, aos 40 anos de idade, foi acometido de câncer de pulmão e fígado, decorrente da exposição constante a agentes poluentes no local de trabalho. A empresa tentou, em vão, desconstituir a decisão que a condenou pelos danos morais e materiais ao trabalhador, mas a Quarta Turma do Tribunal Superior do trabalho (TST) negou provimento ao agravo de instrumento em recurso de revista.

O trabalhador foi admitido na Alcoa em 1985 na área de produção de alumínio. Segundo o espólio (viúva e dois filhos de 7 e 11 anos de idade), o metalúrgico mantinha contato direto com poeira de partículas residuais da produção de anodo, além do contato permanente com piche de alcatrão e coque de petróleo, substâncias tóxicas que teriam causado a cirrose no empregado, doença que evoluiu para um câncer. O trabalhador morreu aos 40 anos de idade.

Na ação proposta em 2005, o espólio pediu, entre outros direitos, indenização por danos morais e materiais. Alegou que a doença que vitimou o trabalhador tinha relação direta com as atividades desempenhadas na empresa. Esta, por sua vez, negou o nexo de causalidade. Disse, em síntese, que nenhum dos produtos consumidos na fabricação de anodo é considerado agente cancerígeno e que a literatura médica não registra qualquer caso de câncer de fígado na indústria do alumínio.

A Vara do Trabalho, após análise pericial e depoimentos testemunhais, entendeu que houve, sim, nexo causal entre a doença adquirida pelo trabalhador e suas funções na Alcoa. Segundo o juiz, o metalúrgico ficou exposto, durante 16 anos, a ambiente de trabalho altamente insalubre, em contato habitual e permanente com substâncias com potencial para produzir vários tipos de cânceres. Dessa forma, entendeu inevitável o reconhecimento de que a doença adquirida estava relacionada à função desempenhada.

“Ao empregador cabe diligenciar no sentido de melhorar as condições de trabalho, garantindo um ambiente saudável, cumprindo as normas de segurança e medicina do trabalho, a fim de eliminar ou pelo menos reduzir, não apenas o número de casos de acidentes, mas também a gravidade daqueles eventualmente surgidos, devendo o empregador responder civilmente pela sua incúria”, destacou o julgador. A empresa foi condenada a pagar R$ 300 mil de indenização pelos danos morais, mais o pagamento de pensão mensal à família do trabalhador.

A Alcoa, insatisfeita, recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região/MA. Alegou que o laudo pericial não apontou a culpa da empresa no acidente de trabalho que levou ao falecimento do empregado, por câncer. Insistiu na tese de que o material produzido pela fábrica não seria tóxico ao ponto de causar tal moléstia no empregado.

O TRT, no entanto, manteve a decisão da Vara do Trabalho. Para o regional, se o trabalhador faleceu em decorrência de doença ocupacional que, embora não tenha relação direta com as condições de trabalho nas quais o trabalho se desenvolvia, delas decorre de forma indireta, é da empresa a responsabilidade pela indenização dos danos decorrentes do falecimento, eis que caracterizado nexo de causalidade indireta. As indenizações foram mantidas, e a Alcoa recorreu ao TST.

Ao proferir seu voto, o ministro relator, Fernando Eizo Ono, destacou que restou claro no acórdão regional que a relação de causa e efeito entre a cirrose e o câncer hepático foi estabelecida pelo parecer médico juntado pela própria empresa. Ressaltou, ainda, que o acórdão do TRT registra que não foram obedecidas as normas de saúde e segurança do trabalho, pois os equipamentos de proteção individuais fornecidos pela Alcoa não eram adequados para evitar danos à saúde dos trabalhadores, sendo este o motivo pelo qual foi condenada a indenizar os familiares do metalúrgico.

A empresa não conseguiu, portanto, comprovar violação legal ou divergência de julgados aptas ao provimento do agravo.
Fonte: Âmbito Jurídico

terça-feira, 24 de maio de 2011

Após vazamento de cloro em AL, tubulação rompe e fere cinco.

O rompimento de uma tubulação, durante a madrugada do dia 23 de maio, deixou cinco trabalhadores feridos na Unidade de Cloro Soda da Braskem, em Alagoas, informou a empresa. Dois dias antes, na tarde do dia 21, um vazamento de cloro gasoso intoxicou ao menos cem pessoas, no bairro Pontal da Barra, em Maceió.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a nuvem do produto químico passou por cima da favela "Sururu de Capote", o que deixou algumas pessoas com olhos e gargantas irritados.

"No sábado, 129 pessoas deram entrada no hospital com sintomas como tosse, cansaço, falta de ar e mal-estar. Dessas, 29 ficaram hospitalizadas para receber medicamentos, mas 28 foram liberadas até o início da manhã deste domingo", disse ao G1 a administradora de plantão do Hospital Geral do Estado (HGE), Betânia Cotrim. A criança que permanecia no hospital estava em observação por apresentar problemas respiratórios. Ela foi liberada e passa bem, segundo a Secretaria de Estado da Saúde.

Em nota distribuída nesta segunda, a empresa informou que, às 3h50, ocorreu um rompimento de uma tubulação na unidade, quando a produção estava paralisada e era feita preparação para inspeção preventiva no sistema de produção, que se encontrava inativo. Não houve novo vazamento de cloro. Cinco montadores de andaime de uma empresa especializada prestadora de serviços que estavam próximos ao local foram atingidos, informou a Braskem.

"Houve a imediata intervenção da equipe de pronto atendimento da Unidade de Cloro Soda e os envolvidos, após receberem os primeiros socorros, foram removidos para o HGE. Um deles já foi liberado e os outros quatro continuam sob atendimento médico", informou a empresa esta manhã.

A Braskem e a Mills, empresa de onde são os funcionários feridos, informaram que estão prestando toda a assistência necessária às famílias e realizando acompanhamento para garantir os devidos cuidados médicos aos trabalhadores. A Braskem informou ainda que a unidade está paralisada e não há riscos para a população.

De acordo com o Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA), houve histeria de parte dos moradores da região no final de semana, que ficaram assustados com o vazamento do produto químico. As pessoas com sinais de intoxicação foram levadas ao HGE.

De acordo com os bombeiros, o vazamento foi controlado pela brigada da empresa. A corporação negou que tivesse ocorrido explosão. O IMA está fazendo um levantamento na região para saber se houve comprometimento ambiental na área atingida. As causas do incidente ainda estão sendo investigadas.
Fonte: G1

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Normas de ergonomia abrangem várias questões no trabalho.

Quando o assunto é ergonomia, engana-se quem acha que ela diz respeito apenas às questões físicas, como equipamentos nos ambientes de trabalho. A médica Leda Leal Ferreira, responsável pelo serviço de ergonomia da Fundacentro, em São Paulo, informa que a ergonomia alcança questões psicológicas como pressão descabida por parte da chefia e jornadas muito longas que podem causar fadigas e estresse.

"A ergonomia trata de assuntos muito mais amplos que as posturas de trabalho e fala uma coisa muito importante: que não é o trabalhador que deve se adaptar ao seu trabalho, é o trabalho que deve se adaptar ao trabalhador", esclarece.

Segundo a médica, não há diferença ente o físico e o mental. Ela reconhece que, no geral, os estudos ergonômicos focam na parte física, mas isso vem mudando. Como exemplo, cita estudo realizado com petroleiros que teve como foco a forma com que eles lidam com o perigo, que é inerente da atividade.

O chamado estresse no trabalho tem sido uma das causas importantes de afastamento por doença no trabalho, não só no Brasil como no mundo todo. "Algumas categorias de trabalhadores parecem ser mais atingidas que outras, mas não temos condições de fazer um "ranking" das atividades mais atingidas sem cometer graves erros", informa.

Segundo a Dra. Leda Ferreira, recentemente, a Fundacentro realizou uma pesquisa, de âmbito nacional, junto aos professores de Educação Básica, na qual constatou um alto grau de sofrimento psicológico relacionado ao trabalho. A pesquisa mostrou que muitos professores adoeciam porque não conseguiam realizar o seu trabalho de educadores como gostariam, apesar de se empenharem para isto. "Sentiam-se frustrados e desvalorizados e esses sentimentos, levados ao extremo, os afastava do trabalho".

"A primeira coisa é compreender o que, no trabalho que fazemos, pode prejudicar nossa saúde física e mental.  O melhor modo de se fazer isto é através de conversas com os nossos colegas, onde procuraremos saber se os problemas que temos são só nossos ou são comuns a vários colegas", sugere a médica.

A partir daí, na avaliação da médica, torna-se mais fácil construir estratégias para enfrentar esses problemas, o que pode exigir a ajuda de profissionais externos. De qualquer modo, a melhor saída para se enfrentar os problemas decorrentes do trabalho é coletiva e não individual e, quanto maior a união dos trabalhadores, maior será a sua chance de ter melhores condições de trabalho e, conseqüentemente, melhor saúde, física e mental".

NR 17

A Norma Regulamentadora 17, do Ministério do Trabalho e Emprego, trata da ergonomia e determina o que as empresas devem fazer no campo da ergonomia para preservar saúde e segurança dos trabalhadores. Entre estas condições de trabalho, destaca  o mobiliário, os pesos que os trabalhadores podem manipular, todos os equipamentos  que utilizam, que podem ser tanto ferramentas manuais como máquinas ou computadores, passando pelos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A norma abrange também os ambientes de trabalho, como a iluminação e a temperatura  e a organização do trabalho, que está relacionada  com a duração e os ritmos de trabalho, com o controle sobre a produção  e com as tarefas que os trabalhadores devem cumprir.

A médica destaca que a NR 17 prevê que os empregadores façam mudanças no trabalho, "que incluem não só mudanças  físicas nos postos de trabalho, quanto mudanças nos modos como o trabalho é dividido e controlado, por exemplo,  com a implantação de pausas".

Desconhecimento

Na avaliação da Dra. Leda Ferreira, a maioria dos trabalhadores desconhece seus direitos na área de saúde e segurança do trabalho e, portanto, não sabe reivindicá-los.

"Uma medida importante que ajudaria bastante seria   a de se fazer uma ampla divulgação dos direitos dos trabalhadores. Como em qualquer situação em que o trabalhador descubra que seus direitos não estão sendo respeitados, deve procurar seu sindicato, que é o órgão que o representa e que deve tomar as providências necessárias", sugere.

Fonte: Blog do Trabalho 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

15 filmes que todo administrador deve ver.

Professores da área de Administração e Negócios recomendam as obras que consideram indispensáveis para os profissionais que ocupam cargos de gerência.

"O cinema é a arte do século XX e a Administração a disciplina. Ambos têm feito uma aliança para mostrar o empresário ou o administrador ao mundo". Assim define María Elena Carballo, ex-ministra da Cultura da Costa Rica e professora do Incae Business School, a relação entre o cinema e a Administração de Empresas.

Carballo explica que a sétima arte tem se interessado desde o início do século pelas figuras do empresário e do administrador, e as mostra para prover um campo de análise. Na maioria das vezes o faz de uma forma crítica, para que possamos estudar seu comportamento.

"Na vida real, não se pode fechar as pessoas em um globo para experimentar como em "O show de Truman", porque é antiético, mas você pode estudar sua acção com antecedência e, em seguida, traduzi-lo em uma obra, quer seja no cinema ou na literatura", disse Carballo.

Um dos ensinamentos que há no cinema, explica a acadêmica, é que ele mostra as múltiplas dimensões de quem tomas as decisões. "É a grande diferença que tem com os estudos de caso, onde você vê os resultados da empresas e do gerente em uma única dimensão. No cinema você sua vida íntima, como se esforçam para fazer sua empresa prosperar, mas também como traem, se enfurecem, algo que se aproxima muito mais dos seres humanos", afirma.

Para ela, isso é o que interessa conhecer nas escolas de negócios, e explica também que se abordam constantemente os temas que estão por trás do sucesso, como a solidão.

"Quando uma família faz uma homenagem ao empresário latinoamericano o pinta como um santo, e isso o distancia totalmente da realidade. Em geral, eles são pessoas com as mesmas falhas que temos todos, e isso é o interessante, seus problemas, seus erros, e como chegam a formas grandes conglomerados empresariais lidando com isso", explica a professora.

Nos Estados Unidos, aponta a ex-ministra, é muito mais fácil abordar esses temas no cinema, porque eles podem ver como heróis personagens como Bill Gates. Na América Latina, se exalta mais o herói militar ou o religioso. "Nós praticamente não temos filmes sobre administradores, porque se tende a pensar que são pessoas pouco interessantes ou desonestas, e esse mito tem que ser mudado ensinando as pessoas histórias de empresários que têm feito coisas boas, mas que cometeram erros também", defende.

Estudos de caso

O professor da escola equatoriana Espae-Espol Francisco Alemán, orientador de um cine-fórum para estudantes de MBA chamado "Hollywood e Administração", crê que p uso de filmes pode ajudar na compreensão de determinados modelos teóricos, mas também de como os personagens são influenciados pelos comportamentos organizacionais e as motivações gerenciais, que são parte desse mundo real.

"O cinema é um bom meio de descrever os comportamentos humanos, organizacionais, os processos de tomada de decisões, a comunicação, os estilos de liderança e tudo que tem relação com um tema específico", afirma o professor. Além do mais, explica que o tema dos estudos das escolas de negócios são os casos, e o cinema dá um maior realismo a esses casos.

Os filmes que um administrador não pode perder:

Cena de "Amor sem escalas", com George Clooney

1 – Amor sem escalas (Up in the air, 2009)


Trata de um executivo que viaja o mundo com a missão de demitir trabalhadores de empresas multinacionais, e chega para trabalhar em seu departamento uma mulher que resolver implantar um processo de demissões por videoconferência. Entra em cena um conflito entre gerência tradicional versus gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações. "George Clooney (o protagonista) representa a geração que se defende muito bem das mudanças tecnológicas e consegue, nesse sentido, se sustentar", afirma Alemán.

Outro conflito presente é o da comunicação. O personagem tem um esquema de comunicação em que não escuta, não lê os sinais, o que resulta em um grande erro. Segundo Carballo, mostra um problema psicológico do personagem. "Ao fazer essa coisa tão horrível que é despedir as pessoas, se protege viajando constantemente sem ter relações interpessoais constantes, assim desenvolve uma armadura para não se comprometer emocionalmente com ninguém e quando se compromete já é tarde", afirma.

2 – Ponto Final – Match Point (Match Point, 2005)

"Aí está o personagem arrivista, que é do século XIX, o que vai chegar ao topo", diz o professor. Seu personagem principal, um tenista aposentado que dá aulas a milionários em Londres, é traído por sua própria ganância, e ao mesmo tempo pelo sexo e a paixão.

3 - Enron: The Smartest Guys in the Room, 2003

Documentário sobre a fraude e posterior falência da empresa norte-americana Enron, um caso fantástico para tratar de ética profissional, indica Alemán.

4 – Treze dias que abalaram o mundo (Thirteen Days, 2000)

Aborda a crise dos mísseis em Cuba, em 1962. Explora o modelo de decisões do agente racional e expõe conceitos que interessantes sobre tomada de decisões e estratégias.

5 - A Verdade dos Bastidores (The Quiz Show, 1994)

Trata de um caso real dos anos 50: um engano massivo da televisão, aborda o tema da corrupção. ""É para pensar o início da carreira. Nele, três jovens tomam decisões que serão definitivas para suas vidas profissionais", conta Carballo.

6 - Barbarians at the Gate, 1993

Descreve o golpe mais famoso na história da RJR Nabisco. Os temas interessantes seriam: LBO, Teoria da Agência, Fusões e Aquisições.

7 – Encontro com Vênus (Venus Meeting, 1991)

"Um diretor da Europa Oriental chega para conduzir uma orquestra onde predomina a Europa Ocidental. Mostra o quanto é difícil conseguir o sucesso em outra região. Excelente filme para analisar a liderança intercultural", diz Carballo.

8 - Com o Dinheiro dos Outros (Other People's Money, 1991)

Trata de uma empresa adquirida de maneira fraudulenta e as transformações que decorrem disso. "Nele, aprendemos sobre gerência das mudanças, resistência às mudanças, os valores da empresa antiga e como resgatá-los", afirma Alemán.

9 – Crimes e pecados (Crimes and Misdemeanors, 1989)

Esse filme mostra dois homens de sucesso que devem enfrentar diferentes dilemas éticos. "Trata muito bem do tema do crime e o castigo", afirma Carballo.

10 - Tucker (Um homem e seu sonho, 1988)

Trata de um empresário que quis introduzir inovações nos automóveis de sua época para criar "o carro do futuro", potente, rápido e aerodinâmico, e se depara com diversos obstáculos, mas consegue desenvolver suas propostas.

11 – O último imperador (El Último Emperador, 1987)

É a história do último imperador chinês, que subiu ao trono aos três anos de idade. Serve para ver o estilo e entender como o líder nunca está só e encontra-se sempre rodeado de uma equipe que o molda.

12 – Wall Street 1 – Poder e cobiça (Wall Street, 1987)

Apresenta o homem ganancioso e inescrupuloso capaz de fazer o que seja por dinheiro. "Mostra muito bem o perigo que é o tema do manejo da informação confidencial no mercado de valores, e também diferentes faces da liderança", afirma Alemán.

13 - Gandhi (Gandhi, 1982)

Biografia do líder indiano que lutou contra os abusos da ocupação inglesa e junto a outros líderes levou finalmente a independência do seu país em 1947. "Desse filme pode-se tirar grandes lições de liderança", afirma Carballo.

14 – Doze homens e uma sentence (Twelve Angry Men, 1957)

Nesse clássico pode-se explorar temas como eficiência da decisão coletiva, liderança, persuasão, comunicação.

15 – O cidadão Kane (Citizen Kane, 1941)

"É um filme extraordinário, que está entre os 10 melhores da história. É uma obra indiscutível de um cineasta jovem, cujo protagonista associa para sempre a solidão e o sucesso profissional, uma dicotomia real de que somos exitosos somos solitários", explica Carballo.
Fonte: AmericaEconomia.com

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fontes de Poluição Atmosférica.

Uma pessoa adulta inspira cerca de 10 mil litros de ar por dia. Este valor varia em função da atividade física de cada um. Em geral, não é necessário, nem possível, corrigir a composição do ar que se respira, sendo esta a principal diferença entre o consumo de ar e o consumo de água.

A água passa por um tratamento prévio, o que a torna um produto industrial para ser consumido. O ar, ao contrário, deve ser consumido exatamente como existe na natureza, “in natura”. Por este motivo, é muito importante que a sociedade entenda e respeite as medidas de preservação da qualidade do ar.


O ser humano, ao interagir com o meio ambiente, produz resíduos que podem poluir o ar. A poluição atmosférica pode ser causada por fontes fixas ou móveis, dependendo dos processos que liberam os poluentes no ar.

Fontes fixas - As indústrias são as fontes mais significativas, ou de maior potencial poluidor. Também se destacam as usinas termoelétricas, que utilizam carvão, óleo combustível ou gás, bem como os incineradores de resíduos, com elevado potencial poluidor. Existem ainda as fontes fixas naturais, como maresia e vulcanismo, que também podem influenciar a composição do ar.

Fontes móveis - Os veículos automotores, juntamente com os trens, aviões e embarcações marítimas são as chamadas fontes móveis de poluentes atmosféricos. Os veículos se destacam nas cidades como as principais fontes poluidoras e são divididos em: leves de passageiro (utilizam principalmente gasolina ou álcool como combustível); leves comerciais (utilizam gás natural veicular (GNV) ou óleo diesel); e veículos pesados (somente de óleo diesel).

Os poluentes podem ser divididos, de acordo com sua origem, em duas categorias:

- Poluentes primários: aqueles diretamente emitidos pelas fontes;

- Poluentes secundários: aqueles formados na atmosfera através da reação química entre poluentes primários e os constituintes naturais da atmosfera.
Fonte: IAP-PR

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Procuradores do Trabalho inspecionam hospital e pronto socorro de Cuiabá.

Um grupo formado por seis procuradores do Trabalho foi ontem, dia 16, até o Pronto Socorro de Cuiabá, verificar as condições de saúde e segurança dos servidores concursados e dos contratados. O meio ambiente de trabalho dentro do hospital e do pronto socorro foi alvo da inspeção do MPT.

O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso recebeu denúncias a respeito das precárias condições de trabalho naquelas unidades de saúde da capital, e vem acompanhando, pela imprensa local e nacional, as reclamações feitas pelos usuários do sistema SUS e pelos representantes dos sindicatos dos trabalhadores das áreas médica e de enfermagem.

Na década de 80 o pronto socorro de Cuiabá funcionava, como anexo, ao hospital Santa Casa. Em 1988, a unidade foi instalada na Av. General Valle, Bairro Bandeirantes, onde funciona até hoje.

A inspeção começou pelo hospital municipal e depois prosseguiu até as instalações do pronto socorro. Os procuradores, acompanhados de um engenheiro em segurança no trabalho do MPT, fotografaram todas as áreas que estão danificadas, equipamentos e instrumentos de trabalho, móveis, materiais de esterelização, equipamentos de proteção individual e coletivo e ouviram depoimento dos profissionais de diversos setores.

As fotografias e as informações colhidas farão parte de um relatório conclusivo que deverá instruir os procedimentos legais a serem adotados pelo Ministério Público do Trabalho, para cobrar as providências necessárias à segurança e saúde dos trabalhadores municipais, informou a procuradora do Trabalho, Marcela Monteiro Dória.

Participaram da inspeção os procuradores do Trabalho, Thaylise Campos Coleta de Souza, Rafael Garcia Rodrigues, Marco Aurélio Estraiotto Alves, Thalma Rosa de Almeida e Thiago Gurjão Alves Ribeiro, procurador-chefe do MPT em Mato Grosso.
Fonte: O Documento

terça-feira, 17 de maio de 2011

Médicos do trabalho são procurados para ganhar até R$ 20 mil.

Fora do escritório e mais próximo do dia a dia das empresas, o médico do trabalho precisa hoje estar por dentro das atividades em todas as áreas da companhia.

Essa necessidade de profissionais especializados que estabeleçam um planejamento para a chamada "saúde organizacional" em empresas de médio e grande porte tem esbarrado em pouca oferta de médicos capacitados e elevado a remuneração desses profissionais.

Um médico do trabalho pode receber entre 12 a 20 mil reais por mês, segundo Bernardo Entschev, presidente da De Bernt Entschev Human Capital, para estabelecer estratégias de ações preventivas relacionada a saúde dos funcionários em companhias.

"Esse profissional tem uma atuação com escopo mais amplo da que costumava ter há alguns anos, como reflexo do crescimento da preocupação real das empresas com os problemas de doenças crônicas ou vinculadas ao trabalho que o colaborados podem desenvolver", explica Entschev.

Além da formação básica em medicina, os profissionais que trabalham na área precisam ter especializações relacionadas a gestão em saúde e hospitalar ou administração.

"O médico do trabalho precisa estar capacitado em habilidades de gestão, porque ele não vai fazer apenas exames admissionais e demissionais, mas também trabalhar próximo à diretoria na elaboração de políticas de saúde dentro da emrpesa e transitar em todas as áreas", esclarece Carlos Campos, presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT).

Segundo Campos, "esse é um momento promissor para os médicos que desejam trabalhar diretamente com as ações em recursos humanos. "Há uma demanda reprimida, porque até pouco tempo não era uma atuação tão atraente para médicos", diz.

Médicos do trabalho podem trabalhar em empresas, mas também em clínicas especializadas, consultorias e assistência técnica em perícias e relacionadas a processos trabalhistas. De acordo com Campos, um profissional que trabalhe nos dois últimos casos pode receber, a depender da região e estado, mais de 30 mil reais por mês.
Fonte: EXAME.com

Ginástica laboral combate o absenteísmo dos colaboradores.

A ginástica laboral tem obtido excelentes resultados para as empresas que a adotam como atividade para seus funcionários. Após encerrar o trabalho de ginástica laboral em uma empresa, alguns números me chamaram atenção. Entre eles, o que mais se destacava era a queda da quantidade de funcionários com absenteísmo, pois do início do trabalho em 1999, até o final em 2005, a redução do absenteísmo na vida dos colaboradores caiu para 48,5%.

O retrato da queda do problema na empresa foi significativo. Sabe-se que o absenteísmo é a ausência temporária do colaborador no ambiente de trabalho por motivo de doença. Trata-se do principal alvo de combate de muitas empresas, porque é o ponto de partida para o desencadeamento de situações negativas no ambiente de trabalho como desorganização de atividades, limitação de desempenho e queda de qualidade dos serviços. Melhor dizendo, afeta diretamente os resultados das companhias e gera custos inestimáveis.

Só para reforçar esses pontos, recentemente a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) divulgou pesquisa que aponta o absenteísmo como principal protagonista na lista de motivos de falta de funcionários nas empresas.

Portanto, esse verdadeiro inimigo do ambiente de trabalho (absenteísmo) tem que ser combatido. E, por isso, a ginástica laboral pode ser a válvula de escape para começar a livrar-se de vez desse problema.

Os benéficos proporcionados pela prática de exercícios da ginástica laboral durante a jornada de trabalho estão relacionados em bens fisiológicos, psicológicos, sociais e, claro, empresarias. Na parte fisiológica a realização dos exercícios promove a sensação de disposição e bem-estar para a jornada de trabalho.

Propicia maior flexibilidade, força, coordenação, ritmo, agilidade e resistência. Ou seja, já compõe fatores que resultam na maior mobilidade e melhora de postura.

Na questão psicológica, a ginástica laboral melhora a autoestima, aumenta a motivação para novas rotinas, combate tensões, ajuda fortemente na atenção e concentração para o desempenho das atividades. Seguindo a linha dessas melhorias, a parte social também terá saldos positivos: já que favorece o relacionamento entre os colaboradores e fomenta o trabalho em equipe.

Assim, fazendo uma análise de todos os benefícios que a ginástica laboral traz aos funcionários, em diferentes pontos, fica claro o que a implementação das atividades pode causar.

Mas quando citei as melhorias, também destaquei o lado empresarial. Aliás, tudo que já foi descrito alteraria, e muito, o ambiente na empresa. Porém, quais seriam esses pontos que só acrescentam mais melhorias à empresa?

Logo de cara a empresa sentirá uma rápida redução de gastos com afastamento e substituição no quadro de funcionários. Outra melhoria está relacionada à diminuição de queixas, acidentes e lesões, pois com os exercícios estes tipos de problemas serão meras assombrações ao ambiente de trabalho. Por último, e não menos importante, a empresa favorece a sua imagem perante aos empregados, mostrando-se atenta à saúde de seus funcionários.
Fonte: Márcio Aldecoa/callcenter.inf.br

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Supermercados planejam acabar com sacolinhas até janeiro.

Na região, cerca de 60 estabelecimentos vão ser atingidos pelas mudanças.

A Apas (Associação Paulista dos Supermercados) e o Governo do Estado assinaram semana passada um protocolo de intenções que prevê o fim da oferta e uso de sacolas plásticas derivadas de petróleo nos supermercados associados até 25 de janeiro de 2012, ou seja, num prazo menor que um ano.

Na região de Marília são cerca de 60 supermercados, o que representa quase 80% do total. A medida vai ao encontro dos objetivos preconizados pela campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, que estimula o uso de sacolas biodegradáveis, em detrimento das derivadas de petróleo.

A aposentada Aurélia Cascadan não esperou pelo acordo para se tornar adepta da medida ecologicamente correta. “Já uso há algum tempo. Além de ser mais prática evita ficar acumulando desnecessariamente as sacolas plásticas”.

Delma Araújo de Lima, também aposentada, carrega no porta-malas de seu carro algumas caixas de papelão para evitar as sacolas. “Acho que é uma pequena mudança de hábito que resulta em um grande benefício ao planeta”.

O diretor regional da Apas, Placídio Messias Filho, entende que o fim do uso das sacolinhas plásticas nos supermercados da cidade é uma tendência irreversível. Ele observa que já há muita gente aderindo de forma espontânea a essa nova mentalidade. “De alguns anos para cá houve uma queda realmente considerável no uso dessas sacolas. Certamente será uma medida muito bem aceita entre os consumidores”.

Para o gerente de marketing de supermercado Bruno Gavassi, a troca das sacolinhas de plástico é uma tendência mundial e o Tauste, que é filiado a Apas, apoia o projeto.

A ação foi implantada de forma pioneira no município de Jundiaí no final de 2010 e em apenas seis meses a cidade conseguiu reduzir em 95% a distribuição de sacolas. (Gustavo Castello Branco)

Projeto quer adequar todo comércio

Aguarda inclusão na pauta do legislativo para votação um projeto de lei com teor semelhante ao da medida da Apas, mas que torna o uso de sacolas biodegradáveis ou retornáveis obrigatório em todo estabelecimento empresarial com sede no município.

O projeto é assinado pelo vereador Eduardo Nascimento, que considera sua aprovação “um compromisso com a defesa do meio ambiente”.

Os estabelecimentos ficariam passíveis de multas, que chegariam a R$ 5,1 mil, podendo evoluir para a suspensão do alvará de funcionamento em caso de infrações reincidentes.

Em agosto de 2007 a Câmara chegou a aprovar uma lei parecida, que poucos meses depois, em março de 2008, acabou revogada por iniciativa de seu próprio autor, César da ML. A justificativa seria a necessidade de estudos mais aprofundados no que diz respeito aos reais benefícios da medida ao meio ambiente.
Fonte: Diário de Marília

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Para chegar ao topo, alicerce a sua trajetória profissional.

Por: Denis Mello

No início do século 21, o mundo assistia boquiaberto à chamada “bolha da internet” composta basicamente por jovens, entre 20 e 25 anos, com uma autoestima hiperelevada, totalmente fora da realidade salarial, sem qualquer comprometimento com a empresa em que estavam – não vestiam a camisa. Esse personagem foi batizado, de forma genérica, pelo VP de Criação da Ogilvy Interactive, Michel Lent, como “o estragadinho da web”.

Com a escassez de mão de obra, o mercado “estragava” os jovens que, sem orientação, experiência e, principalmente, sem formação acadêmica, se vendiam ao maior lance do leilão. Este era o cenário no ano 2000, pouco antes do estouro da “bolha” e da evasão de talentos que se seguiu.

De lá para cá, o mercado, não só de web, assiste a uma nova invasão de jovens com boa bagagem em tecnologia, mas ruim, muito ruim, em outras áreas do conhecimento. Li, outro dia, uma entrevista do diretor-comercial do Yahoo, Olavo Ferreira, e me chamou atenção a seguinte frase dele: “Precisamos de gente que entenda de internet, mas, mais do que isto, que tenha experiência em gestão, negócios, que seja um profissional mais completo.”

Cabe aí uma grande reflexão de todos nós. Como formar esse profissional completo? A quem compete tal formação? E o que seria esse completo? Fui buscar os currículos escolares de algumas das principais escolas de Tecnologia da Informação, por exemplo. Confesso que fiquei pasmo com o que li: o universitário é bombardeado com disciplinas técnicas, algumas ininteligíveis para leigos como eu – as chamadas “sopa de letrinhas -, e várias “técnicas” e “metodologia” de alguma coisa. É uma tentativa torpe de fracionarmos o ser humano, de restringirmos o conhecimento. Ao aluno cabe apenas o estudo de disciplinas técnicas, nada que o obrigue a pensar, debater e analisar o meio em que vive?

Estou mencionando TI, mas em outras áreas ocorre a mesma distorção . E o mercado já sofre as consequências dessa opção em enfatizar o tecnicismo puro e descontextualizado da sociedade. Justificado como imersão total no mundo corporativo e uma preparação para a competitividade, esse foco tem gerado, a meu ver, muitos jovens despreparados, com visões parciais e equivocadas, com bagagem cultural fraca e, pior, com uma ambição desmedida e desenfreada. Ou seja: os “estragadinhos” da Geração Y.

Muitos executivos de RH dizem que esses jovens chegam aos estágios até com currículos interessantes, com viagens internacionais, intercâmbios no Exterior e domínio de um ou mais idiomas, mas, ao produzirem relatórios ou outros documentos para a organização, escorregam na Língua Portuguesa. Já é comum encontrar empresas oferecendo cursos de Português instrumental para os funcionários, numa tentativa de aprimorar e evitar erros de interpretação nos negócios que são tratados no idioma de Camões, não apenas no de Shakespeare. Outra percepção é o descolamento da realidade, porque muitos não leem jornais – impressos ou on-line -, mal folheiam um livro e quando o fazem optam por “manuais de felicidade” que prometem catapultá-los à glória em pouco tempo. E está aí outro grave problema de parte dessa geração. Eles querem tudo “fast”, para ontem.

Hoje em dia, sou um adepto das redes sociais, em particular do Twitter, que se configura em um bom termômetro sobre parte desses jovens. É uma “Disney das ilusões” ou um manancial de ideias distorcidas sobre a construção de uma carreira. Consideram a formação acadêmica como obstáculo a ser transposto para alcançarem o tal sucesso. Eles veem na universidade apenas o lugar em que irão obter o diploma-passaporte para concretizar suas ambições, bastando a frequência e o pagamento em 48 parcelas. Por sua vez, a concorrência entre as universidades provocou uma forte distorção ao transformar o aluno em cliente. O “eu tô pagando” está levando alguns jovens a menosprezar uma das etapas mais importantes da vida de um ser humano, a construção do conhecimento que, diga-se de passagem, é contínua.

Lembro-me do sacrifício para cursar a faculdade e da alegria ao concluí-la. A dificuldade valorizava ainda mais as conquistas. Ficávamos anos em uma mesma empresa, muitas vezes crescíamos junto com a organização, de forma até parcimoniosa. Não sou nostálgico, daqueles que acham que o tempo deles era melhor, até por que este tempo também é meu, mas essa busca por facilidade dissociada de esforço me preocupa. Hoje, é relativamente fácil ingressar nas universidades e no mercado de trabalho. Segundo pesquisas, os jovens da geração Y mudam de emprego a cada três anos, pois querem chegar logo ao topo. O sucesso passou a ser uma espécie de bingo, uma loteria. Muitos querem eliminar as fases intermediárias, sem esforço, sem suor, sem ralar. Só que o mundo real não funciona assim e logo teremos uma legião de frustrados.

A empresa idealizada por alguns resplandece em luzes douradas e soa música angelical. Primeiro, devo avisá-los: esse paraíso coletivo não existe, ele é particular. Cada um de nós constrói o seu lugar. Segundo, para chegar ao topo, tem de alicerçar a trajetória profissional em bases sólidas e fincadas em muita leitura e conhecimento (jornais, revistas, livros, teatro, cinema), estudo – não apenas o técnico, mas complemente-o e amplie-o com temáticas de humanidades como filosofia ou história – e em muito, muito trabalho. Desta forma, poderemos mostrar para a próxima geração que vem aí, batizada de Z (aqueles nascidos depois de 1993), que gostar do que faz é um exercício contínuo e demanda muita ralação, pois os esforços não serão centrados no telhado e sim no processo de construção geral. O topo é só uma consequência.
Fonte: Portal Ogerente

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Vendedor obrigado a trabalhar fantasiado ganha indenização.

Para um funcionário das Lojas Renner, não bastava apenas bater as metas de vendas de cartões de crédito do grupo empresarial. Era preciso também cumprir a jornada de trabalho fantasiado, muitas vezes usando chapéu e nariz de palhaço pelos corredores de um shopping da zona sul do Rio.

A cláusula sobre uso obrigatório de fantasia não constava em contrato de trabalho. A captação de novos clientes acontecia fora do estabelecimento. Por medo de perder o emprego, o autor se submeteu à condição vexatória por um determinado período.

Em depoimento, uma das testemunhas confirmou que o vendedor era obrigado a usar chapéu e nariz de palhaço. A testemunha disse ainda que a equipe de vendas sofria humilhações durante as reuniões diárias de trabalho. De forma grosseira, as gerentes da empresa cobravam o resultado dos empregados usando expressões como incompetentes, burros e idiotas.

Para o desembargador Alexandre Agra Belmonte, relator do acórdão, da prova dos autos restou configurado a existência de dois atos ilícitos, causadores de sofrimento, humilhação e apreensão ao autor: a exposição da sua imagem, com o uso de um chapéu de palhaço; e as constantes ofensas de que era alvo pelas gerentes da ré, cobrando metas de forma totalmente descabida.

O vendedor será indenizado em R$ 8 mil por dano moral e assédio moral.

"Entendo assim que o valor de R$ 8 mil como indenização compensatória para os dois atos ilícitos, melhor se amolda ao caso presente, tendo o efeito pedagógico para evitar-se a repetição deste comportamento", concluiu Agra Belmonte.

O assédio moral se caracteriza por ser uma conduta abusiva, de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade psíquica, de forma repetitiva e prolongada e que expõe o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras, capazes de causar ofensa à personalidade, à dignidade ou à integridade psíquica, que tenha por efeito a ameaça do seu emprego e deteriorando o ambiente de trabalho.
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 1ª Região Rio de Janeiro

Ergonomia junto ao computador é fundamental.

No escritório ou em casa, cuidados com lesões devem ser levados a sério na hora de utilizar computadores.

Muitas pessoas não sabem, mas Ergonomia é muito mais do que um conceito utilizado para convencer os consumidores de que determinado acessório não causará dores ou tendinites. Trata-se de uma ciência que busca a prevenção de patologias ocupacionais e o aumento de produtividade.

Utilizar acessórios que contribuem para minimizar os riscos de lesões e permitem o uso correto de computadores, notes e netbooks podem ajudar muito, especialmente para quem fica por muito tempo diante do micro. Entre as opções disponíveis no mercado, a Integris, empresa especializada em acessórios para informática, traz algumas sugestões ideais para o dia a dia.

Novidades

Entre as novidades, os mouses ópticos emborrachados, preferíveis porque economizam movimentos em função da precisão, são especialmente desenhados para que ocorra o encaixe perfeito na mão, deixando-a relaxada durante o manuseio. Outra dica da Integris está no uso de mouse pads adequados, feitos em neoprene, que graças ao apoio para o punho em gel, deixam o braço e as mãos em posição neutra durante o uso.

Outra sugestão está no teclado padrão slim, que devido às teclas baixas, mantém o punho na posição correta contribuindo para evitar os problemas de tendinite, lembrando que o mouse sempre deve ficar no mesmo nível do teclado.

Cuidados

Em função do aumento do uso de PCs portáteis é necessário também alguns cuidados. Utilizar suportes que deixam o note ou netbook em posição confortável para o usuário, e a tela na mesma altura dos olhos, também contribuem muito para preservar a coluna cervical.

Nos modelos sugeridos pela Integris, além da ergonomia, os suportes que possuem base em aço inox escovado trazem coolers silenciosos que resfriam o computador, preservando assim a vida útil da máquina e diminuindo o calor junto às mãos do usuário.

É importante saber que, além dos acessórios para o computador, o uso correto de mobiliário, cadeiras na posição adequada e postura correta diante do micro também ajudam muito na prevenção de lesões por esforço repetitivo, entre elas tendinites e bursites que incomodam muita gente e por vezes exigem tratamentos dolorosos e prolongados.
Fonte: Diário do Nordeste

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Investigação verifica segurança e higiene em funerárias do PI.

O Ministério Público do Trabalho do Piauí instaurou procedimentos investigatórios contra todas as funerárias que funcionam em Teresina. O objetivo é verificar a adequação do material destes estabelecimentos à legislação trabalhista.

Uma fiscalização efetuada, recentemente, pela Gerência Municipal de Vigilância Sanitária constatou irregularidades em 24 funerárias. Algumas delas estavam atuando na clandestinidade, o que motivou o início da investigação do MPT.

Dentre as irregularidades encontradas estão: ausência de Programa de Controle Médico e saúde Ocupacional e de Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que objetivam prevenir doenças ocupacionais e acidentes do trabalho.

Os fiscais também verificaram ausência de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e o não fornecimento de Equipamentos de Proteção Individuais aos trabalhadores daqueles estabelecimentos.

Outra irregularidade, considerada grave, é a falta de local adequado para higienização dos materiais e equipamentos dos trabalhadores. Em muitos casos, esses materiais são higienizados na própria residência do trabalhador, expondo não só ele como a própria família a riscos biológicos.

Além do espaço físico inadequado ao meio ambiente do trabalho, foram encontradas, ainda, irregularidades nos veículos que fazem a condução dos corpos para sepultamento. Os automóveis deveriam ter um revestimento apropriado, que permitisse a fácil higienização.

Inicialmente, o Ministério Público do Trabalho do Piauí irá tentar resolver o problema extra-judicialmente, por meio da assinatura de Termos de Ajuste de Conduta. Diante da impossibilidade, será ajuizada ação civil pública.
Fonte: cidadeverde.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Corpo de Bombeiros/SP exige inspeção de construções.

A partir do dia 9 de maio as novas construções e edifícios reformados, com exceção de residências unifamiliares, terão de passar obrigatoriamente por uma inspeção visual do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo para o recebimento de auto de vistoria e, consequentemente, do Habite-se.

A medida consta na Instrução Técnica 41 (IT-41), que prevê requisitos para a inspeção visual das instalações elétricas de baixa tensão no Estado. O texto estabelece condições mínimas para verificar a existência de medidas e dispositivos essenciais à proteção das pessoas e das instalações elétricas contra possíveis situações de choques elétricos e de risco de incêndio.

Segundo o Major Adilson Antonio da Silva, do Departamento de Segurança Contra Incêndio, "o texto da IT-41 está embasado nas prescrições da NBR 5410, que rege as instalações elétricas de baixa tensão, e aos regulamentos das autoridades de concessionárias de energia elétrica", diz. A medida é resultado de uma proposta apresentada pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) e pela Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Elétricos (Nema Brasil), que trabalham juntas no projeto desde 2006 em conjunto com o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Vistoria

De acordo com o documento, os itens principais da inspeção visual são: quadros elétricos, componentes elétricos, linhas elétricas, proteção contra sobrecargas, curtos-circuitos e choques elétricos, serviços de segurança contra incêndios e documentação relativa à instalação elétrica.

A inspeção visual das instalações será realizada por profissional habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) para este tipo de serviço, que deverá seguir as instruções da IT-41 e entregar para o Bombeiro a declaração de conformidade da instalação devidamente assinada pelo responsável técnico e pelo proprietário da edificação. Somente obras consideradas em conformidade com as exigências da nova IT terão o Auto de Vistoria emitido pela Corporação.
Fonte: Pini Web

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Crianças aprendem sobre segurança do trabalho.

Filhos de funcionários de uma empresa multinacional de São Carlos/SP estão aprendendo sobre prevenção contra acidentes de trabalho a partir de um projeto que os aproxima do tema e que inclui técnicas de animação. No vídeo, o uso correto de equipamentos de proteção individual, os EPI´s, é a principal abordagem do roteiro.

Fonte: Blog do Trabalho

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Nossas empresas precisam aprender a aprender

Escrito por: Ivan Postigo
O processo de gestão de uma empresa demanda pesquisa sobre inovações, entendimento das relações interpessoais e muita reflexão sobre os acontecimentos no mundo globalizado.

A internet veio para nos facilitar a vida, agilizando o acesso às inovações, mas também para nos abarrotar com informações, e gerar, como diz Richard Farson em seu livro, um Paradoxo do Absurdo.

A velocidade com que a evolução tecnológica muda ambientes e comportamentos tem feito com que empresas no mundo todo se questione quanto as seus métodos de gestão e formas de avaliação de resultados. Nunca se discutiu tanto a questão ambiental e social como neste momento.

Para vender no mundo globalizado já não basta ter qualidade é preciso observar os impactos na natureza, o envolvimento com a comunidade e a interação social da empresa.

As fontes de abastecimento de matérias-primas passaram a ser também uma responsabilidade dos fabricantes de produtos acabados e revendedores, os quais devem observar possíveis condutas inaceitáveis com os padrões globais atuais.

Isso muda a forma de fabricação, venda, distribuição, avaliação dos custos, medição dos resultados, avaliação da produtividade, lucratividade e a rentabilização do capital.

Empresas que só atendem mercados locais podem se sentir imunes a essas questões, contudo não estão, uma vez que competem diretamente com empresas exportadoras e estrangeiras, que observam estas práticas e também abastecem o mercado interno.

O mundo dos negócios, face às aberturas comerciais no mundo todo, não discute mais apenas a lucratividade, mas a rentabilização e segurança do capital.

As respostas precisam ser rápidas, por isso consultoria é um dos segmentos de serviços que mais têm crescido no mundo.

As mudanças frequentes na economia, a evolução tecnológica, a velocidade das mudanças empregadas pela globalização, a necessidade de melhoria do conhecimento, e, principalmente, a “necessidade de criar o futuro” são as principais razões de existência das consultorias.

As empresas necessitam além da busca de novos conhecimentos e de inovações, consolidar suas vantagens competitivas e questionar suas realidades visando uma melhoria continua e sustentada.

A moderna administração considera que o conhecimento é mais importante do que a experiência para que uma pessoa possa otimizar seus resultados.

A luta pelo futuro começa não como uma batalha pela participação de mercado, mas como uma batalha pela liderança intelectual.

Senso de oportunidade, agressividade, vitalidade, combatividade comercial, comprometimento, qualificação das pessoas, flexibilidade para atacar oportunidades são fatores que podem ser despertados e aprimorados com auxilio de profissionais experientes da área de consultoria.

As empresas do futuro sempre foram aquelas capazes de perceber, idealizar, estruturar e operacionalizar situações novas. A obsolescência do pensamento e das formas de gestão têm destruído mais empresas do que a falta de recursos.Essa é uma das principais razoes para não encontrarmos tantas empresas centenárias.

A necessidade de questionamentos progressivos entre clientes e fornecedores, visando um processo de melhoria contínua, tem elevado substancialmente a procura de consultorias especialistas pelas empresas no mundo todo.

Não basta apenas questionarmos e debatermos a qualidade do ensino nas nossas escolas, para sermos efetivamente competitivos, nossas empresas terão que aprender a aprender, cada vez mais.
Fonte: O Gerente

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Acidentes no trabalho matam 6.300 pessoas por dia.

Os acidentes de trabalho causam a morte de 6.300 pessoas por dia em todo o mundo, segundo dados recentes divulgados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

O relatório da OIT afirma que é "importantíssima" a implantação de programas para prevenir acidentes no trabalho, doenças e mortes. As medidas devem ser adotadas tanto pelo poder público quanto pelas empresas, afirma a agência, que é vinculada à ONU (Organização das Nações Unidas).

Anualmente, 337 milhões de acidentes de trabalho acontecem em todo o globo. Destes, 2,3 milhões resultam em mortes ao longo dos 365 dias do ano.

Causas de acidentes

Algumas das principais causas de acidentes de trabalho são cobranças incessantes e pressão exercida por chefes. Disso surge o estresse que leva a desatenção do profissional e possíveis deslizes que podem acabar até em morte.

No Brasil, os problemas causados pelo estresse no emprego afetam 4% dos trabalhadores, ou 1,3 milhão de pessoas.

Todos os afetados receberam auxílio-doença e se afastaram do ambiente profissional em 2008, segundo dados da pesquisadora Anadergh Barbosa Branco, professora de medicina do trabalho da UnB (Universidade de Brasília).

O estudo também mapeou as principais causas de afastamento dos trabalhadores. Entre os principais motivos, além dos problemas mentais decorrentes do estresse, está a esquizofrenia.

Para Anadergh, a falta de um exame preciso que comprove distúrbios psicológicos faz com que os funcionários não saibam lidar com o estresse, assim como a maioria das empresas.

O número de funcionários afastados é preocupante e mostra a sociedade como "criadora de uma legião de incapacitados", afirma Anadergh.

"As doenças da mente representam cada vez mais um fator importante [de afastamento no trabalho], com maior curso e duração, e estão crescendo em quantidade. Há um custo social alto para o governo e para a sociedade. É preciso acordar para isso".

Saiba como prevenir

Um bom ambiente de trabalho pode evitar acidentes e diminuir a carga de estresse sobre o funcionário, já que ali mesmo, na empresa, pequenas insatisfações podem gerar doenças.

Gritos de chefes, competição e inveja entre colegas, metas a serem alcançadas, prazos a serem cumpridos, tudo pode agravar o quadro. Trabalhar com limites e ter perspectiva de crescimento são formas de amenizar o estresse da rotina no emprego.

Caso necessite de tempo, negociar um adiantamento das férias para descansar pode evitar um prejuízo maior para o trabalhador, afirma Anadergh.
Fonte: R7

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ministério vai intensificar ações contra a dengue no período entre epidemias.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pretende intensificar as ações do ministério contra a dengue nos próximos meses para tentar reduzir os números de casos em 2012. Segundo disse ao R7, as medidas servirão para prevenir novas epidemias da doença nos primeiros meses do ano, período em que são registrados a maioria das ocorrências.

“Passados os primeiros meses, que reúnem os maiores números de casos, vamos intensificar as ações nos períodos entre as epidemias. Isso vai servir para que a redução que nós tivemos agora em 2011 possa aumentar ainda mais a redução nos próximos anos.”

Segundo Padilha, que participou no sábado (30) do “Dia D” de vacinação contra a gripe no interior do Pará, os números de 2011 já representam um avanço no combate à doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Ele diz que, de janeiro a março deste ano, houve 69% da redução de casos graves, 63% dos óbitos e 43% dos casos totais.

“As ações deste ano mostrou que é possível reduzir o número de casos.”

Balanço do Ministério da Saúde divulgado em março mostrou que a situação era pior no Norte do Estado, que concentrava 31,6% de todos os casos.

Por outro lado, o ressurgimento do vírus tipo 4 da dengue no país preocupa especialistas. Esse tipo de vírus não era registrado há 28 anos no país, mas voltou a circular em agosto do ano passado. Isso serviu de alerta para as autoridades de saúde, pois boa parte da população brasileira, pessoas abaixo dos 30 anos, em especial crianças e jovens, não tem imunidade contra esse vírus.
Fonte: Portal R7

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Conheça as doenças que mais afastam os funcionários do trabalho.

Dores no corpo, hérnias, depressão e problemas no coração são as principais doenças que afastam os funcionários do ambiente de trabalho. No ano passado, foram registradas 571 mil licenças trabalhistas com duração superior a 15 dias, uma média de 65 licenças por hora, segundo os registros do Ministério da Previdência Social.

A líder no afastamento do ambiente de trabalho é a dor nas costas, responsável por 160 mil licenças anuais. O segundo sintoma mais frequente são as dores nos joelhos, ao afastar cerca de 107 mil funcionários do serviço em 2010.

Para especialistas, as dores musculares são intensificadas pela falta de atividade física, carregamento de peso de forma incorreta, obesidade e ergonomia inadequada no trabalho. O fumo e a bebida também prejudicam a coluna ao interferir no metabolismo e alterar os níveis de cálcio.

As más condições do local de trabalho e o excesso de serviço são outros fatores que afetam a saúde do funcionário. Sem qualidade de vida e muito estresse, o trabalhador até pode desenvolver quadros depressivos. No ano passado, 56 mil pessoas pediram licença por apresentar transtornos de humor, em especial a depressão. A doença também pode ter sintomas físicos como dores profundas nas costas.

Para diminuir a incidência de doenças o empregado deve optar por hábitos saudáveis e fazer check-ups regularmente. A empresa também deve contribuir com o bem-estar da equipe.

Dor de pai para filho

Para algumas pessoas, a famosa e incômoda dor nas costas pode ser genética, segundo estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos.

Para realizar a pesquisa, os cientistas analisaram dados de mais de mil moradores do estado de Utah que apresentaram discos hernianos – diagnóstico que resulta em dor crônica nas costas.

Após a análise, os dados mostraram que pessoas com parentes de segundo ou terceiro grau com discos hernianos têm mais risco de desenvolver dores crônicas.
Fonte: E-Band