sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Redes sociais ajudam ou atrapalham na hora de arrumar emprego?

Por: Marcelo Tas

A geração que chega agora ao mercado de trabalho já nasceu dentro das redes sociais. Mas aposto que a maioria desses garotos e garotas na faixa dos vinte e poucos anos nunca pensou que o que escreveram no passado no Twitter, G+ ou Facebook teria relação com o futuro emprego deles.
Imagem: Babble


Hoje, para surpresa de muitos, a atuação nas redes é avaliada ao lado de curriculum, “experiência anterior” e etc… na hora da temida entrevista para um posto de trabalho. Vejam bem, isto não é uma ameaça. É um fato!

Estudo da CareerBuilder, empresa que atua em soluções de RH em mais de 20 países, indica que metade das empresas britânicas já usa redes como Facebook, Linkedin e Twitter para recrutamento de pessoal. E mais: a maioria dos gerentes de contratação disseram analisar o perfil do candidato através do comportamento dele na rede para concluir se ele se encaixa na empresa.

Não estou aqui procurando intimidar você a se comportar na rede. Longe de mim tal modelito. Apenas ofereço informações que confirmam aquilo que já tinha ouvido informalmente de alguns colegas que trabalham em grandes corporações. Atualmente, na hora da contratação, o que o candidato faz nas redes sociais tem o mesmo peso, ou até mais, que aquilo ele traz no Currilum Vitae.

Reportagem no The Wall Street Journal (em português) interpreta o estudo da CareerBuilder como um “perigo” trazido pelas redes sociais para quem quer ser aceito numa empresa. Eu deixo aqui este outro lado e visão da questão. Na minha própria experiência já comprovei exatamente o contrário. As redes sociais podem ajudar na admissão de um candidato. Já ouvi até testemunho de recrutador qualificado numa multinacional dizendo o seguinte: é comum o candidato fazer o tipo “certinho” no curriculum e entrevista; e ser o oposto nas redes sociais. O que é importante notar é que, algumas vezes, os recrutadores detectam qualidades que o candidato escondeu no curriculum na atuação dele no Facebook, por exemplo, como ousadia, capacidade de comunicação e criatividade. Quando questionado se foi ele mesmo quem produziu aquele conteúdo publicado nas redes, o candidato se surpreende ao ser admitido para o posto de trabalho por uma ousadia que ele acreditava que não cabia revelar.

Então, fica aqui o meu recado: na hora da contratação as empresas vão botar o olho no que você faz na rede. Isto pode atrapalhar mas pode também ajudar. Depende exclusivamente de você ser fiel a você mesmo e ter consciência de que tudo que já publicou já virou parte do seu legado virtual. Inclusive aquilo que você eventualmente se arrependeu e apagou depois. Boa sorte!
Fonte: Blog do Tas

Um comentário:

Anônimo disse...

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